quarta-feira, 3 de junho de 2009

Vanda's photos

A este ritmo é difícil acompanhar o 'Saudinha'. É claro que isso só acontece com aqueles que não são tão assíduos no blogue como deveriam! De entre as imagens enviadas pela Vanda seleccionei algumas do encontro de segunda-feira. Espero que gostem e não se esqueçam de agradecer à Vanda. Pela minha parte: "obrigado Vanda".

Reparem como o senhor da esquerda está mais interessado no petisco do que em tudo o resto

A filhota da Vanda alegrou ainda mais a noite da Raquel

O Tiago ainda não tinha aparecido, por isso, cá vai a foto

A pedido de muitos fãs voltamos a mostrar um sorriso radioso. Só para fugir à regra, publicamos uma imagem em que o Pedro se esqueceu que estava a ser fotografado

Pedro, já percebemos a ideia. Prometo que o próximo post só terá texto

terça-feira, 2 de junho de 2009

Caracóis, amêijoas, mexilhões e choco frito

Há já algum tempo que uma segunda-feira não começava tão bem. O facto de saber que íamos estar de novo juntos deu um alento extra ao início da semana. A ideia do ponto de encontro ser na EPCC foi excelente. Desta forma pudemos rever, de uma assentada, a nossa directora, a nossa Ana e o nosso Francisquinho, que cresce a olhos vistos.
Um a um lá foram chegando "Os Magníficos". Desta vez o departamento clínico esteve completo: o Manuel lá arranjou um espacinho na agenda e a Luísinha foi, finalmente, libertada pelos otomanos. Quem também não falhou na ocasião foi a Vanda e a sua mana Sandra. De facto, poderiam passar por gémeas!
Os reveses do encerramento de portas das duas tascas previstas não travou a nossa determinação em ir para a petiscada. Rumámos à Avenida da cantora lírica e aí foi fácil dar com uma esplanada acolhedora numa das vielas junto à Fonte Nova.
O menu de caracóis e choco frito num ápice foi alargado a amêijoas e mexilhões. O pãozinho torrado e as bebidas compuseram a coisa, mas, na realidade, o melhor de tudo - isto está a tornar-se repetitivo - foi o convívio, as gargalhadas e, nalguns casos, os desabafos que se fazem entre pessoas que realmente se gostam. Afinal, ser amigo é isso mesmo.
Após os petiscos, que na realidade se tornaram num jantar, assegurámo-nos de que o Manuel, desta vez, não se escapulia sem pagar a sua conta. Com as continhas acertadas, o destino voltou a ser a Avenida do rei.
Escusado será dizer que todos imploraram por uma espreitadela às revistas que dias antes tanto furor fizeram junto do Ricardo C. e do Tiago. Ficou também combinada uma sessão non stop da trilogia do "Senhor dos Anéis". A visita à Quinta da Regaleira, sugestão da Raquel, também foi lembrada e bem acolhida por todos. Por entre uns copitos - admito que os transportem até à cozinha, mas jamais permitirei que os coloquem na máquina da louça - a conversa fluiu.
Desta vez, ao contrário do que é normal, o Pedro foi dos primeiros a dar mostras de cansaço. O dia terminou por volta das 00h00.
Confesso que desta vez - só mesmo desta - queria muito que tivessem ficado mais tempo.

Gostaria de dedicar este post e as fotos que se seguem à nossa querida Rute. Foi pela Rute que nos reunimos e é com ela, tenho a certeza que todos os magníficos partilham esta ideia, que desejamos estar juntos numa próxima ocasião.

Magnificiência in the house

Magnificiência in the house - part II
Os caracóis foram afogados em moscatel

A israelita e a cada vez mais solta Dora
Um emplastro chamado Peter

A Jaqueline atravessou o Atlântico para encontrar o ManuOcean

Vanda e Sandra em amena tertúlia

Obrigado Luísinha

domingo, 31 de maio de 2009

Luísa's photos

O jantar do final do curso decorreu a 12 de Maio, mas só agora chegaram à redacção do 'Saudinha' as imagens que se seguem. Chamo a atenção para a qualidade da primeira foto. De acordo com um estudo recente, efectuado por uma empresa de sondagens independente, o público feminino apontou o facto de se tratar de um trio "muito bem apessoado" como determinante para a conquista do primeiro lugar no concurso das melhores fotos do ano.


O 'Trio Odemira'. Já que o Manuel continua a esquivar-se, lembramos uma das suas últimas aparições. Volta Manel, queremos-te connosco!

Depois do que sofreu nas mãos dos turcos, a nossa Luísa merece destaque (sem chichinha)

O (único) maravilhoso comentário do João no nosso blogue leva-nos a recordá-lo

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Para quebrar o marasmo

ALERTA: O post que se segue não é aconselhável a pessoas sensíveis sob pena de ferir, irremediavelmente, susceptibilidades (não digam que não os avisei!)
Em primeiro lugar, devo confessar que menti. Eu bem queria que o cafezinho não se prolongasse madrugada dentro, mas foi impossível evitá-lo.
A presença do Ricardo C. e do Tiago foram mais do que suficientes para alimentar conversas durante muito tempo. Fartámo-nos de cortar na casaca e podemos garantir que ninguém foi poupado. Dissecámos e esquartejámos cada um dos membros do grupo, expondo ao ridículo cada um de vocês. É claro que, por razões óbvias, excluímo-nos da análise.
Palavra puxa palavra, o tempo lá foi passando e, quando demos por ele, o relógio já ia nas três horas. Antes de nos despedirmos – já depois de termos partilhado histórias de duches de vómitos ao largo de Sesimbra e intoxicações alimentares na Índia (conversas de m..., basicamente) – lá a coisa espevitou mais um pouco. Não porque tivéssemos continuado na arte de maledicência ou pela tertúlia de alto nível que efectuámos, mas porque o Tiago e o Ricardo C. resolveram ver umas revistas (juro que nunca as vi na vida) de 'gajas' nuas.
Peço desculpa às pessoas respeitáveis que frequentam o blogue – Jaqueline no topo da lista – por a qualidade ter descido de forma tão abrupta. Pela primeira vez, senti-me tentado a usar o lápis azul. Só o facto de não querer ser acusado de fascista pelos elementos retratados me fez recuar no recurso à censura.
Espero para a próxima contar com a presença de mais uns quantos magníficos (de mente sã) para dissuadir alguns espíritos mais obscuros de pensamentos pecaminosos.
PS- Bem-haja a todos os que contribuíram para o impressionante número de comentários no post anterior. Aviso, desde já, que não tenciono partilhar os lucros de futuras publicidades no blogue com ninguém.


Tentei que o nível não descesse tanto, colocando o "Há Lodo no cais" no colo do Ricardo, mas de nada valeu. Tiago, os olhos quase que te saíram das órbitas!

domingo, 24 de maio de 2009

Encontros imediatos do terceiro grau

Um domingo alucinante! Tudo começou com um sms provocatório ao Tiago relacionado com o seu adorado Isidro. Quando combinámos um café no Parque Urbano de Albarquel estávamos longe de imaginar quem iríamos encontrar. Nada mais nada menos que o futuro presidente da Ordem dos Médicos. Digam lá que não é uma grande coincidência?! Nós a combinarmos programas e o Manuel a escapulir-se e, quando menos esperamos, damos de caras com o nosso estimado colega.
Não esquecemos a promessa que nos fez de não falhar o próximo encontro, de visitar o blogue e, já agora Manuel, é favor comentar. Como disse o Tiago, foi uma (literalmente) visita de médico, mas que nos fez bem à saúde lá isso fez!
Conversa para aqui, conversa para acolá, o Tiago lembrou-se de ligar ao sempre disponível Pedro. Por mero acaso, o nosso craque informático estava com a nossa senhora doutora. Pensámos nós: é desta que a Raquel não nos escapa. Lá fomos a outra esplanada, em plena Avenida Luísa Todi, e, por entre muitos dedos de conversa, lá matámos saudades da "israelita" Raquel (depois explicamos).
Do brainstorm permanente que fizemos, nasceu uma ideia para o futuro. Um dia dedicado à história e à cultura lá para os lados de Sintra. Saímos cedinho de nossas casas, metemo-nos em dois, três ou quatro carrinhos (se forem quatro é sinal que a adesão foi a desejada pelos mentores da iniciativa) e lá vamos nós, todos lampeiros, a caminho da Quinta da Regaleira. É uma ideia catita, não é?

Raquel, não fiques arreliada: somos mesmo bem apessoados


Saudadeeeeeees da senhora doutora, perdão, Raquel!

sábado, 23 de maio de 2009

Yes!


Três 15 Dias

O poeta Bocage testemunhou mais um reencontro entre alguns dos elementos que formam o já famosíssimo grupo dos 15 magníficos. Apesar das ausências da senhora doutora, da Luísinha, que está quase a regressar da Turquia, do fututo presidente da Ordem dos Médicos, da "por acaso gostei" Vanda, da carinhosa Rute e da Ana e o seu inseparável Francisquinho, foi com alegria que tivemos, desta vez, a companhia do João e Dora.
De bar em bar, lá fomos cimentando mais um pouco os alicerces da amizade.
Está bom assim o tamanho da letra, Tiago?

Elmano sadino pousou ao lado dos magníficos

O prémio mister fotogenia está entregue

Bruno, melhor companhia era impossível

O sorriso do João iluminou ainda mais a noite

António: prémio para a tosta mista mais cobiçada

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A talentosa miss Highsmith


Devo a João Bénard da Costa, falecido ontem aos 74 anos de idade, uma das mais empolgantes descobertas literárias que tive até hoje: Patricia Highsmith. Foi graças ao antigo director da Cinemateca, no programa da RTP2 na década de 90, se não me falha a memória, “O meu cinema”, que me iniciei no universo da conceituada autora de thrillers criminais psicológicos.
Na semana que o programa de Bénard da Costa dedicou a Alfred Hitchcock descobri aquela que para mim é a obra-prima do realizador: “O Desconhecido do Norte Expresso” (Strangers on a train), baseado na obra homónima da escritora norte-americana.
A história é cativante e a sinopse conta-se em poucas palavras. Um estranho convence outro da possibilidade de cometerem crimes sem serem apanhados, bastando para tal que façam uma troca e que cada um execute o serviço que convém ao outro.
Quando se juntam os talentos Highsmith-Hitchcock o resultado é uma viagem marcante. Daí para a frente o cinema do género nunca mais é visto da mesma forma e os livros de suspense ficam com a fasquia num nível elevadíssimo.
Após a descoberta de Strangers on a train as minhas idas à biblioteca tornaram-se sôfregas. Nas livrarias passei a procurar a letra H com uma avidez nunca antes vista. A sede de beber mais daquelas histórias tornou-se uma necessidade imperiosa. A cada livro, a cada conto, a cada virar de página o perigo espreita. Não sabemos o que vamos encontrar nem quais os limites das personagens criadas na imaginação fértil da autora.
Em 1999, 48 anos depois de Hitchcock, foi a vez de Anthony Minghella levar ao grande ecrã a mais fascinante das personagens criadas por Highsmith em “O Talentoso Mr. Ripley”. Matt Damon, naquele que é, em minha opinião, o melhor desempenho da sua curta, mas produtiva carreira, encarna de forma perfeita o complexo Tom Ripley, que afirma a determinada altura que «mais vale ser um falso alguém do que um verdadeiro ninguém».
Ao longo de mais de uma década devorei cada linha escrita por Patricia Highsmith. Os livros da autora ocupam um lugar de destaque na estante. Não podia ser de outra forma, tal a admiração que nutro pela talentosa autora, que me foi dada a conhecer por João Bénard da Costa, o homem que muitos apelidam como o Senhor Cinema.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Anjos e Demónios


Tal como esperava – é importante não ter expectativas elevadas quando se tratam de adaptações de best-sellers à Sétima Arte –, a mais recente obra de Ron Howard está muito longe de ser memorável. É apenas, o que já não é mau, um filme que cumpre o objectivo de entreter e que, por isso mesmo, merece nota positiva.
Apesar de o considerar superior ao anterior “O Código Da Vinci”, baseado também num romance de Dan Brown, trata-se de um daqueles filmes que não apelam tão cedo a um revisionamento. Vê-se e está visto.
Esqueçamos os atropelos históricos, as incongruências no argumento, a banda sonora previsível, a antimatéria que pode causar um holocausto e o twist final que nada surpreende. O mais importante é tornar o enredo apelativo, com simbologias, teorias e fantasias que prolonguem ao máximo a atenção do espectador. Se exceptuarmos as pessoas que vão para a sala de cinema cheias de sono, o objectivo de manter o interesse é alcançado.
Confesso que o que mais gostei no filme foi a possibilidade de visualizar, por mais encenados e irreais que sejam, os rituais do conclave que antecedem a nomeação de um Papa. Apreciei também o trabalho realizado com os cenários, sobretudo, se pensar que a produção não foi autorizada a filmar intramuros no Vaticano.
Tom Hanks, secundado pelos sempre competentes Armin Mueller-Stahl e Stellan Skarsgärd, volta a vestir a pele de Robert Langdon. É claro que não estamos perante uma personagem com o carisma de um Indiana Jones, apesar dos altos e baixos da série protagonizada por Harrison Ford.
Já que falamos do mais famoso arqueólogo, falemos também do mais conhecido espião. É que a “Anjos e Demónios” não falta o momento à la James Bond protagonizado, pasme-se, pelo camareiro do Papa, interpretado por Ewan McGregor! É vê-lo de batina pilotar um helicóptero para salvar os milhares de fiéis que aguardam no Vaticano pelo anúncio Habemus Papam.
As falhas no filme não são, nem de perto nem de longe, suficientes para arrasá-lo. É claro que quase todos os críticos do burgo afirmam que “Anjos e Demónios” é «de fugir», um filme intragável e sem ponta por onde se lhe pegue.
Com as óbvias diferenças, recordo que os detractores são os mesmos que recentemente escreveram uma torrente de atrocidades sobre “Slumdog Millionaire”. É a prova, se dúvidas existissem, de que nem sempre os podemos levar a sério.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Nenhum demónio, apenas anjos

Quase que me esquecia da foto de família. É o que dá fazer 'posts' às três da manhã!

Queremos dedicar este 'post' à Rute, João, Dora, Raquel, Manuel, Luísa, Vanda e Ana. Para a nossa ida ao cinema Charlot ser perfeita só faltaram vocês. Queremos muito que numa próxima ocasião possam marcar presença.


O filme foi "Anjos e Demónios", mas para a Sandra podia tratar-se do "Bambi" ou do "Exorcista", tal foi a atenção dada ao filme. Valeram a Jaqueline e o Pedro a fazerem de travesseiros!
Mais do que o filme, a noite valeu pelo matar de saudades e convívio entre muitas gargalhadas.
Apesar do cansaço e sono evidentes, ainda houve força para uma saída que foi um desassossego. Um bar sugerido pelo Girino, que o conhecia tão bem que se perdeu pelo caminho.




Digam lá que a cara da Sandra não é de quem precisa de caminha?

Podem não acreditar, mas o cachecol já lá estava



Amena cavaqueira



O homem das cerejas

Os gaiteiros

Uma bela tarde de domingo passada entre a serra e o rio. O encontro foi improvisado, mas memorável.

Quatro gaiteiros bem "apessoados"

Girino: "Quase que as consegui deixar fora da fotografia"




Realização e interpretações dignas de Oscars

segunda-feira, 18 de maio de 2009

O esplendor do professor Bambo


O inesquecível professor Bambo resolveu fazer-nos uma visita na EPCC. Apesar da hora tardia, os "15 magníficos", com um sorriso nos lábios, receberam-no de braços abertos e com muito prazer. A foto do Girino captou o momento para a posteridade. Em nome do grupo, obrigado.

domingo, 17 de maio de 2009

Pergunta

Depois de muita ponderação, a K resolveu dar o seu contributo para o "Como Vai a Saudinha". Tenho a certeza que todos vão gostar muito, tal como eu, de ler as linhas que se seguem.

Pergunta:
Por onde andámos todos este tempo?
O Ricardo, esse eu sei onde anda há muito tempo…
Onde andava a Rute e o seu carinho tangível?
O João, as suas férreas convicções, sensibilidade e sentido de justiça?
O superficialmente fleumático Bruno, o seu método, a sua organização e a sua surpreendente paixão telúrica?
A “por acaso gostei” Vanda, as suas sonoras gargalhadas e encantadora simplicidade?
A “alemã” morena (Jaqueline) mais linda luso-brasileira que transpira doçura por todos os poros?
A Sr.ª Dr.ª que não olha, vê, que não ouve, escuta, que tem o olhar daquelas crianças tímidas, mas só ao início, e que depois, quando se solta só nos apetece levá-la para casa? (Já agora, as túlipas também são as minhas flores de eleição…)
O Pedro e a sua tranquilizante calma, a sua capacidade para nos fazer mergulhar na sua sabedoria binária, que teima sempre em vir à tona como o seu amor pelo mar?
A despachada Luísa que tem um sorriso do tamanho do mundo (eu sei, Sandra, que esta tem direitos de autor, mas é que tem mesmo) e que está sempre em estado de graça apesar do cansaço?
A doce Dora, a timidez que lhe amarrava os movimentos, lhe tolhia a voz mas que nunca conseguiu esconder os (lindos) olhos rasos de bondade? (Eu escrevi amarrava, tolhia, passado, pretérito!)
O sério António, profissional, atento, sempre com algo a acrescentar e a resposta certa quando menos se espera?
O luso-germânico Tiago com a sua radiofónica voz, os vastos conhecimentos dos mistérios das letras e sons e os seus sempre pensativos olhos?
O querido Girino e a sua esmagadora sensibilidade (eu também tenho muitas saudades dos cheiros da infância), o seu olhar, aparentemente perdido, de menino-homem que pode não saber o que quer, mas já sabe o que não quer? (Quando for grande quero ser como tu, lembras-te?)
O Manuel, a sua inteligência, a sua genuína atenção aos outros, a sua capacidade de ouvir o que os outros dizem como se fosse a primeira vez (mesmo quando não é), a sua distraída forretice (pensava que saía de fininho do restaurante sem pagar, está bem, está!), mas, sobretudo, o seu inconfundível olhar tatuado de meiguice e ternura?

Resposta:
Eu não sei por onde VOCÊS andavam, mas sei onde EU estava:
à vossa espera…

K

Ainda não me fui embora…

Sandra, pensavas que me tinha esquecido de ti?
Tu foste a alma deste curso, foste a razão pela qual muitos de nós fizeram um esforço titânico depois de um dia de trabalho para estarem presentes, foste o melhor método e técnica pedagógicos, foste a melhor aprendizagem que podíamos ter porque em todas as aulas (perdão, Ana, sessões) nos mostravas como se DEVE fazer: muita preparação, dedicação, atenção e, sobretudo, muito coração!

THE END

Lacunas por colmatar

As fotos que faltavam - Parte I e II

A pedido dos fãs e porque a justiça assim o impõe, vimos, por este meio, preencher lacunas fotográficas. O presente post só foi possível graças à gentileza da senhora doutora e do senhor informático que cederam as fotos ao "Como Vai a Saudinha".


Esta é a imagem que faz jus ao simpático Pimenta, João Pimenta

Tardou, mas chegou! Eis Jaqueline, a doçura em pessoa

O Manuel e o João não sabem o que perderam! Quem ficou a ganhar foi o Pedro.

Sem ser necessário utilizarmos uma lupa, aqui está a prova de que foram tiradas fotos ao Pedro

António em grande estilo

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Uma questão de sotaque

Recebi hoje este texto, via e-mail, e não resisto a partilhá-lo. Todos os que estão familiarizados com a cidade de Setúbal sabem que já poucas pessoas falam desta forma, no entanto, reconhecem a maioria das expressões constantes nas linhas seguintes. É o conceito de bairrismo, raízes e tradição popular no seu melhor.

Nã me venhem com essa merrda de estórria de marrgem sul, que nós têmes o nosse prróprrio rio e nã prrecizames do rio de ninguéin parra nos lecalizarrmes!
Este póste éi acêrrca do dialéte da nha terrã.
Labútes têm o dialéte más benite de tôde o Perrtegal e arredorres. Têmes uma data de bairres em que sa fálã dialétes diferrentes.
O nosse clube é o VITÓRRIA, que na é grrande, é enorrme! Ma depos o rai dos jegadorres ficãn todes à babuje e na há mei de marrcárrem gôles. O pove vai tôde verr os jogues e há uma clác que grrita "VAMES EMBORRA VITÓRRIA!", mas norrmalmente depois só batem do bombe trrês vezes. Se a mei dum jogue porr acaze óvérr perrada, o prrimeirro a levarr é o arróles. Fica logo arrepêze de terr aberrte a bocã! - AúA! Apá Sóce!
Em miúdes arranjãn-se amigues nas turrmas do cicle, a quemerr rabeçadinhes e rájás , a jegarr ó begalhe - (MARRALHAS!!) - e ó piã; a brrincárr co bichaninhas e bufas de lobe do Carrnaval. Com dezasseis anes arranjam uma bessiclete a motorr paírr pó liceu. Mais tarrde o pessoal quenhéce-se nos balhes das escolas e já na se deslarrga. As gajinhas começem a temárr a pírrela. Já depois dos trrinta, tudo com grrande cafetêrras e já cáse sen saguentarr denpé, a atrravesárr o Abusrrde e a verr as vistas, como se tivesse a andarr de ferribote, pa trrás e pá frrente, tipo fega, de volta das solteirronas à caça de bêbades. (ajuntãn-se a sorrte grrande e a terrminação).
Lá em Labutes têmes inemigues merrtais: os cagalêtes de Sesimbra e os carraméles de Palmela. São aqueles que dizem a todágente que mórram em Labútes, cando a verrdade é ca são dos arrebáldes. Qando nos encontrrames faz semprre faíscã e há semprre alguém a atiçarr pándarr à mócáda - enhagórra!
Todá gente que lá vai pensa que só se come chôque frrite, carrapaus e sarrdinha. Sabem o que é uma esquilhã? um chárre do álte? umas irrózes? uns encharrôques? uns alcorrázes? Têm éi quirr à alóta!
Apanha-se a caminéte dos Béles, cà noite tá chei de gajinhas enquelhidas de frrio áborrdarr os carres. Os carres parrem e fiquem ali a empacharr, a discutirr quantes marréis são, porrque são fómícas. O pessoal tem mede de se espatarr, mas nunca desólhã e conduz com cuidade. A nha terra é a má linda e não há em lade nenhum um ri azul igual ó meu! (e na me venhem com essa merrda de estórria de marrgem sul, que nós têmes o nosse prróprrio rio e nã prrecizames do rio de ninguéin parra nos lecalizarrmes!)

Digam lá que não é um sotaque único...