Eça, Albert e Fernando. Da Feira de Antiguidades para a nova casasábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
O saber não ocupa espaço
O prometido é devido. Aqui está o post só com texto, nada de fotografias! Palavras para quê!?
Alevantar - Acto de levantar com convicção, com o ar de “a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!”.
Amandar - Acto de atirar com força: “O guarda-redes amandou a bola para bem longe"
Aspergic - Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.
Assentar - Acto de sentar, só que com muita força, como se fosse um tijolo a cair no cimento.
Capom - Tampa de motor de carros que quando se fecha faz POM!
Destrocar- Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.
Disvorciada - Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.
É assim... - Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase.
Entropeçar - Tropeçar duas vezes seguidas.
Êros - Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Falastes, dissestes... - Articulação na 4.ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES..
Fracturação - O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. "Casa que não fractura... não predura".
Há-des - Verbo "haver" na 2.ª pessoa do singular: "Eu hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia..."
Inclusiver - Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante 'inclusivel'.
Mô - A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como "bué" ou "maning". Ex.: Atão mô, tudo bem?
Nha - Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer "Nha Mãe" e é uma poupança extraordinária.
Númaro - Também com a vertente "númbaro". Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!
Parteleira - Local ideal para guardar os livros de 'Protuguês' do tempo da escola.
Perssunal - O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex.: "Sou perssunal de futebol". Dica: deve ser articulada de forma rápida.
Pitaxio - Aperitivo da classe do 'mindoím'.
Prontus - Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.
Prutugal - País ao lado da Espanha. Não é a Francia.
Quaise - Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais... Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.
Stander - Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis. O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'...
Tipo - Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?
Treuze - Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
Alevantar - Acto de levantar com convicção, com o ar de “a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!”.
Amandar - Acto de atirar com força: “O guarda-redes amandou a bola para bem longe"
Aspergic - Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.
Assentar - Acto de sentar, só que com muita força, como se fosse um tijolo a cair no cimento.
Capom - Tampa de motor de carros que quando se fecha faz POM!
Destrocar- Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.
Disvorciada - Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.
É assim... - Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase.
Entropeçar - Tropeçar duas vezes seguidas.
Êros - Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Falastes, dissestes... - Articulação na 4.ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES..
Fracturação - O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. "Casa que não fractura... não predura".
Há-des - Verbo "haver" na 2.ª pessoa do singular: "Eu hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia..."
Inclusiver - Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante 'inclusivel'.
Mô - A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como "bué" ou "maning". Ex.: Atão mô, tudo bem?
Nha - Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer "Nha Mãe" e é uma poupança extraordinária.
Númaro - Também com a vertente "númbaro". Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!
Parteleira - Local ideal para guardar os livros de 'Protuguês' do tempo da escola.
Perssunal - O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex.: "Sou perssunal de futebol". Dica: deve ser articulada de forma rápida.
Pitaxio - Aperitivo da classe do 'mindoím'.
Prontus - Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.
Prutugal - País ao lado da Espanha. Não é a Francia.
Quaise - Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais... Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.
Stander - Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis. O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'...
Tipo - Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?
Treuze - Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Vanda's photos
A este ritmo é difícil acompanhar o 'Saudinha'. É claro que isso só acontece com aqueles que não são tão assíduos no blogue como deveriam! De entre as imagens enviadas pela Vanda seleccionei algumas do encontro de segunda-feira. Espero que gostem e não se esqueçam de agradecer à Vanda. Pela minha parte: "obrigado Vanda".
Reparem como o senhor da esquerda está mais interessado no petisco do que em tudo o resto
Reparem como o senhor da esquerda está mais interessado no petisco do que em tudo o resto
A filhota da Vanda alegrou ainda mais a noite da Raquel
O Tiago ainda não tinha aparecido, por isso, cá vai a foto
A pedido de muitos fãs voltamos a mostrar um sorriso radioso. Só para fugir à regra, publicamos uma imagem em que o Pedro se esqueceu que estava a ser fotografado
Pedro, já percebemos a ideia. Prometo que o próximo post só terá texto
terça-feira, 2 de junho de 2009
Caracóis, amêijoas, mexilhões e choco frito
Há já algum tempo que uma segunda-feira não começava tão bem. O facto de saber que íamos estar de novo juntos deu um alento extra ao início da semana. A ideia do ponto de encontro ser na EPCC foi excelente. Desta forma pudemos rever, de uma assentada, a nossa directora, a nossa Ana e o nosso Francisquinho, que cresce a olhos vistos.
Um a um lá foram chegando "Os Magníficos". Desta vez o departamento clínico esteve completo: o Manuel lá arranjou um espacinho na agenda e a Luísinha foi, finalmente, libertada pelos otomanos. Quem também não falhou na ocasião foi a Vanda e a sua mana Sandra. De facto, poderiam passar por gémeas!
Os reveses do encerramento de portas das duas tascas previstas não travou a nossa determinação em ir para a petiscada. Rumámos à Avenida da cantora lírica e aí foi fácil dar com uma esplanada acolhedora numa das vielas junto à Fonte Nova.
O menu de caracóis e choco frito num ápice foi alargado a amêijoas e mexilhões. O pãozinho torrado e as bebidas compuseram a coisa, mas, na realidade, o melhor de tudo - isto está a tornar-se repetitivo - foi o convívio, as gargalhadas e, nalguns casos, os desabafos que se fazem entre pessoas que realmente se gostam. Afinal, ser amigo é isso mesmo.
Após os petiscos, que na realidade se tornaram num jantar, assegurámo-nos de que o Manuel, desta vez, não se escapulia sem pagar a sua conta. Com as continhas acertadas, o destino voltou a ser a Avenida do rei.
Escusado será dizer que todos imploraram por uma espreitadela às revistas que dias antes tanto furor fizeram junto do Ricardo C. e do Tiago. Ficou também combinada uma sessão non stop da trilogia do "Senhor dos Anéis". A visita à Quinta da Regaleira, sugestão da Raquel, também foi lembrada e bem acolhida por todos. Por entre uns copitos - admito que os transportem até à cozinha, mas jamais permitirei que os coloquem na máquina da louça - a conversa fluiu.
Desta vez, ao contrário do que é normal, o Pedro foi dos primeiros a dar mostras de cansaço. O dia terminou por volta das 00h00.
Confesso que desta vez - só mesmo desta - queria muito que tivessem ficado mais tempo.
Gostaria de dedicar este post e as fotos que se seguem à nossa querida Rute. Foi pela Rute que nos reunimos e é com ela, tenho a certeza que todos os magníficos partilham esta ideia, que desejamos estar juntos numa próxima ocasião.
Um a um lá foram chegando "Os Magníficos". Desta vez o departamento clínico esteve completo: o Manuel lá arranjou um espacinho na agenda e a Luísinha foi, finalmente, libertada pelos otomanos. Quem também não falhou na ocasião foi a Vanda e a sua mana Sandra. De facto, poderiam passar por gémeas!
Os reveses do encerramento de portas das duas tascas previstas não travou a nossa determinação em ir para a petiscada. Rumámos à Avenida da cantora lírica e aí foi fácil dar com uma esplanada acolhedora numa das vielas junto à Fonte Nova.
O menu de caracóis e choco frito num ápice foi alargado a amêijoas e mexilhões. O pãozinho torrado e as bebidas compuseram a coisa, mas, na realidade, o melhor de tudo - isto está a tornar-se repetitivo - foi o convívio, as gargalhadas e, nalguns casos, os desabafos que se fazem entre pessoas que realmente se gostam. Afinal, ser amigo é isso mesmo.
Após os petiscos, que na realidade se tornaram num jantar, assegurámo-nos de que o Manuel, desta vez, não se escapulia sem pagar a sua conta. Com as continhas acertadas, o destino voltou a ser a Avenida do rei.
Escusado será dizer que todos imploraram por uma espreitadela às revistas que dias antes tanto furor fizeram junto do Ricardo C. e do Tiago. Ficou também combinada uma sessão non stop da trilogia do "Senhor dos Anéis". A visita à Quinta da Regaleira, sugestão da Raquel, também foi lembrada e bem acolhida por todos. Por entre uns copitos - admito que os transportem até à cozinha, mas jamais permitirei que os coloquem na máquina da louça - a conversa fluiu.
Desta vez, ao contrário do que é normal, o Pedro foi dos primeiros a dar mostras de cansaço. O dia terminou por volta das 00h00.
Confesso que desta vez - só mesmo desta - queria muito que tivessem ficado mais tempo.
Gostaria de dedicar este post e as fotos que se seguem à nossa querida Rute. Foi pela Rute que nos reunimos e é com ela, tenho a certeza que todos os magníficos partilham esta ideia, que desejamos estar juntos numa próxima ocasião.
Magnificiência in the house - part II
Os caracóis foram afogados em moscatel
A israelita e a cada vez mais solta Dora
Um emplastro chamado Peter
A Jaqueline atravessou o Atlântico para encontrar o ManuOcean
Vanda e Sandra em amena tertúlia
domingo, 31 de maio de 2009
Luísa's photos
O jantar do final do curso decorreu a 12 de Maio, mas só agora chegaram à redacção do 'Saudinha' as imagens que se seguem. Chamo a atenção para a qualidade da primeira foto. De acordo com um estudo recente, efectuado por uma empresa de sondagens independente, o público feminino apontou o facto de se tratar de um trio "muito bem apessoado" como determinante para a conquista do primeiro lugar no concurso das melhores fotos do ano.
O 'Trio Odemira'. Já que o Manuel continua a esquivar-se, lembramos uma das suas últimas aparições. Volta Manel, queremos-te connosco!
Depois do que sofreu nas mãos dos turcos, a nossa Luísa merece destaque (sem chichinha)
O 'Trio Odemira'. Já que o Manuel continua a esquivar-se, lembramos uma das suas últimas aparições. Volta Manel, queremos-te connosco!
Depois do que sofreu nas mãos dos turcos, a nossa Luísa merece destaque (sem chichinha)sexta-feira, 29 de maio de 2009
Para quebrar o marasmo
ALERTA: O post que se segue não é aconselhável a pessoas sensíveis sob pena de ferir, irremediavelmente, susceptibilidades (não digam que não os avisei!)
Em primeiro lugar, devo confessar que menti. Eu bem queria que o cafezinho não se prolongasse madrugada dentro, mas foi impossível evitá-lo.
A presença do Ricardo C. e do Tiago foram mais do que suficientes para alimentar conversas durante muito tempo. Fartámo-nos de cortar na casaca e podemos garantir que ninguém foi poupado. Dissecámos e esquartejámos cada um dos membros do grupo, expondo ao ridículo cada um de vocês. É claro que, por razões óbvias, excluímo-nos da análise.
Palavra puxa palavra, o tempo lá foi passando e, quando demos por ele, o relógio já ia nas três horas. Antes de nos despedirmos – já depois de termos partilhado histórias de duches de vómitos ao largo de Sesimbra e intoxicações alimentares na Índia (conversas de m..., basicamente) – lá a coisa espevitou mais um pouco. Não porque tivéssemos continuado na arte de maledicência ou pela tertúlia de alto nível que efectuámos, mas porque o Tiago e o Ricardo C. resolveram ver umas revistas (juro que nunca as vi na vida) de 'gajas' nuas.
Peço desculpa às pessoas respeitáveis que frequentam o blogue – Jaqueline no topo da lista – por a qualidade ter descido de forma tão abrupta. Pela primeira vez, senti-me tentado a usar o lápis azul. Só o facto de não querer ser acusado de fascista pelos elementos retratados me fez recuar no recurso à censura.
Espero para a próxima contar com a presença de mais uns quantos magníficos (de mente sã) para dissuadir alguns espíritos mais obscuros de pensamentos pecaminosos.
PS- Bem-haja a todos os que contribuíram para o impressionante número de comentários no post anterior. Aviso, desde já, que não tenciono partilhar os lucros de futuras publicidades no blogue com ninguém.
Tentei que o nível não descesse tanto, colocando o "Há Lodo no cais" no colo do Ricardo, mas de nada valeu. Tiago, os olhos quase que te saíram das órbitas!
Em primeiro lugar, devo confessar que menti. Eu bem queria que o cafezinho não se prolongasse madrugada dentro, mas foi impossível evitá-lo.
A presença do Ricardo C. e do Tiago foram mais do que suficientes para alimentar conversas durante muito tempo. Fartámo-nos de cortar na casaca e podemos garantir que ninguém foi poupado. Dissecámos e esquartejámos cada um dos membros do grupo, expondo ao ridículo cada um de vocês. É claro que, por razões óbvias, excluímo-nos da análise.
Palavra puxa palavra, o tempo lá foi passando e, quando demos por ele, o relógio já ia nas três horas. Antes de nos despedirmos – já depois de termos partilhado histórias de duches de vómitos ao largo de Sesimbra e intoxicações alimentares na Índia (conversas de m..., basicamente) – lá a coisa espevitou mais um pouco. Não porque tivéssemos continuado na arte de maledicência ou pela tertúlia de alto nível que efectuámos, mas porque o Tiago e o Ricardo C. resolveram ver umas revistas (juro que nunca as vi na vida) de 'gajas' nuas.
Peço desculpa às pessoas respeitáveis que frequentam o blogue – Jaqueline no topo da lista – por a qualidade ter descido de forma tão abrupta. Pela primeira vez, senti-me tentado a usar o lápis azul. Só o facto de não querer ser acusado de fascista pelos elementos retratados me fez recuar no recurso à censura.
Espero para a próxima contar com a presença de mais uns quantos magníficos (de mente sã) para dissuadir alguns espíritos mais obscuros de pensamentos pecaminosos.
PS- Bem-haja a todos os que contribuíram para o impressionante número de comentários no post anterior. Aviso, desde já, que não tenciono partilhar os lucros de futuras publicidades no blogue com ninguém.
Tentei que o nível não descesse tanto, colocando o "Há Lodo no cais" no colo do Ricardo, mas de nada valeu. Tiago, os olhos quase que te saíram das órbitas!
domingo, 24 de maio de 2009
Encontros imediatos do terceiro grau
Um domingo alucinante! Tudo começou com um sms provocatório ao Tiago relacionado com o seu adorado Isidro. Quando combinámos um café no Parque Urbano de Albarquel estávamos longe de imaginar quem iríamos encontrar. Nada mais nada menos que o futuro presidente da Ordem dos Médicos. Digam lá que não é uma grande coincidência?! Nós a combinarmos programas e o Manuel a escapulir-se e, quando menos esperamos, damos de caras com o nosso estimado colega.
Não esquecemos a promessa que nos fez de não falhar o próximo encontro, de visitar o blogue e, já agora Manuel, é favor comentar. Como disse o Tiago, foi uma (literalmente) visita de médico, mas que nos fez bem à saúde lá isso fez!
Conversa para aqui, conversa para acolá, o Tiago lembrou-se de ligar ao sempre disponível Pedro. Por mero acaso, o nosso craque informático estava com a nossa senhora doutora. Pensámos nós: é desta que a Raquel não nos escapa. Lá fomos a outra esplanada, em plena Avenida Luísa Todi, e, por entre muitos dedos de conversa, lá matámos saudades da "israelita" Raquel (depois explicamos).
Do brainstorm permanente que fizemos, nasceu uma ideia para o futuro. Um dia dedicado à história e à cultura lá para os lados de Sintra. Saímos cedinho de nossas casas, metemo-nos em dois, três ou quatro carrinhos (se forem quatro é sinal que a adesão foi a desejada pelos mentores da iniciativa) e lá vamos nós, todos lampeiros, a caminho da Quinta da Regaleira. É uma ideia catita, não é?

Saudadeeeeeees da senhora doutora, perdão, Raquel!
Não esquecemos a promessa que nos fez de não falhar o próximo encontro, de visitar o blogue e, já agora Manuel, é favor comentar. Como disse o Tiago, foi uma (literalmente) visita de médico, mas que nos fez bem à saúde lá isso fez!
Conversa para aqui, conversa para acolá, o Tiago lembrou-se de ligar ao sempre disponível Pedro. Por mero acaso, o nosso craque informático estava com a nossa senhora doutora. Pensámos nós: é desta que a Raquel não nos escapa. Lá fomos a outra esplanada, em plena Avenida Luísa Todi, e, por entre muitos dedos de conversa, lá matámos saudades da "israelita" Raquel (depois explicamos).
Do brainstorm permanente que fizemos, nasceu uma ideia para o futuro. Um dia dedicado à história e à cultura lá para os lados de Sintra. Saímos cedinho de nossas casas, metemo-nos em dois, três ou quatro carrinhos (se forem quatro é sinal que a adesão foi a desejada pelos mentores da iniciativa) e lá vamos nós, todos lampeiros, a caminho da Quinta da Regaleira. É uma ideia catita, não é?
Raquel, não fiques arreliada: somos mesmo bem apessoados

Saudadeeeeeees da senhora doutora, perdão, Raquel!
sábado, 23 de maio de 2009
Três 15 Dias
O poeta Bocage testemunhou mais um reencontro entre alguns dos elementos que formam o já famosíssimo grupo dos 15 magníficos. Apesar das ausências da senhora doutora, da Luísinha, que está quase a regressar da Turquia, do fututo presidente da Ordem dos Médicos, da "por acaso gostei" Vanda, da carinhosa Rute e da Ana e o seu inseparável Francisquinho, foi com alegria que tivemos, desta vez, a companhia do João e Dora.
De bar em bar, lá fomos cimentando mais um pouco os alicerces da amizade.
Está bom assim o tamanho da letra, Tiago?
Elmano sadino pousou ao lado dos magníficos
De bar em bar, lá fomos cimentando mais um pouco os alicerces da amizade.
Está bom assim o tamanho da letra, Tiago?
Elmano sadino pousou ao lado dos magníficossexta-feira, 22 de maio de 2009
A talentosa miss Highsmith

Devo a João Bénard da Costa, falecido ontem aos 74 anos de idade, uma das mais empolgantes descobertas literárias que tive até hoje: Patricia Highsmith. Foi graças ao antigo director da Cinemateca, no programa da RTP2 na década de 90, se não me falha a memória, “O meu cinema”, que me iniciei no universo da conceituada autora de thrillers criminais psicológicos.
Na semana que o programa de Bénard da Costa dedicou a Alfred Hitchcock descobri aquela que para mim é a obra-prima do realizador: “O Desconhecido do Norte Expresso” (Strangers on a train), baseado na obra homónima da escritora norte-americana.
A história é cativante e a sinopse conta-se em poucas palavras. Um estranho convence outro da possibilidade de cometerem crimes sem serem apanhados, bastando para tal que façam uma troca e que cada um execute o serviço que convém ao outro.
Quando se juntam os talentos Highsmith-Hitchcock o resultado é uma viagem marcante. Daí para a frente o cinema do género nunca mais é visto da mesma forma e os livros de suspense ficam com a fasquia num nível elevadíssimo.
Após a descoberta de Strangers on a train as minhas idas à biblioteca tornaram-se sôfregas. Nas livrarias passei a procurar a letra H com uma avidez nunca antes vista. A sede de beber mais daquelas histórias tornou-se uma necessidade imperiosa. A cada livro, a cada conto, a cada virar de página o perigo espreita. Não sabemos o que vamos encontrar nem quais os limites das personagens criadas na imaginação fértil da autora.
Em 1999, 48 anos depois de Hitchcock, foi a vez de Anthony Minghella levar ao grande ecrã a mais fascinante das personagens criadas por Highsmith em “O Talentoso Mr. Ripley”. Matt Damon, naquele que é, em minha opinião, o melhor desempenho da sua curta, mas produtiva carreira, encarna de forma perfeita o complexo Tom Ripley, que afirma a determinada altura que «mais vale ser um falso alguém do que um verdadeiro ninguém».
Ao longo de mais de uma década devorei cada linha escrita por Patricia Highsmith. Os livros da autora ocupam um lugar de destaque na estante. Não podia ser de outra forma, tal a admiração que nutro pela talentosa autora, que me foi dada a conhecer por João Bénard da Costa, o homem que muitos apelidam como o Senhor Cinema.
Na semana que o programa de Bénard da Costa dedicou a Alfred Hitchcock descobri aquela que para mim é a obra-prima do realizador: “O Desconhecido do Norte Expresso” (Strangers on a train), baseado na obra homónima da escritora norte-americana.
A história é cativante e a sinopse conta-se em poucas palavras. Um estranho convence outro da possibilidade de cometerem crimes sem serem apanhados, bastando para tal que façam uma troca e que cada um execute o serviço que convém ao outro.
Quando se juntam os talentos Highsmith-Hitchcock o resultado é uma viagem marcante. Daí para a frente o cinema do género nunca mais é visto da mesma forma e os livros de suspense ficam com a fasquia num nível elevadíssimo.
Após a descoberta de Strangers on a train as minhas idas à biblioteca tornaram-se sôfregas. Nas livrarias passei a procurar a letra H com uma avidez nunca antes vista. A sede de beber mais daquelas histórias tornou-se uma necessidade imperiosa. A cada livro, a cada conto, a cada virar de página o perigo espreita. Não sabemos o que vamos encontrar nem quais os limites das personagens criadas na imaginação fértil da autora.
Em 1999, 48 anos depois de Hitchcock, foi a vez de Anthony Minghella levar ao grande ecrã a mais fascinante das personagens criadas por Highsmith em “O Talentoso Mr. Ripley”. Matt Damon, naquele que é, em minha opinião, o melhor desempenho da sua curta, mas produtiva carreira, encarna de forma perfeita o complexo Tom Ripley, que afirma a determinada altura que «mais vale ser um falso alguém do que um verdadeiro ninguém».
Ao longo de mais de uma década devorei cada linha escrita por Patricia Highsmith. Os livros da autora ocupam um lugar de destaque na estante. Não podia ser de outra forma, tal a admiração que nutro pela talentosa autora, que me foi dada a conhecer por João Bénard da Costa, o homem que muitos apelidam como o Senhor Cinema.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Anjos e Demónios

Tal como esperava – é importante não ter expectativas elevadas quando se tratam de adaptações de best-sellers à Sétima Arte –, a mais recente obra de Ron Howard está muito longe de ser memorável. É apenas, o que já não é mau, um filme que cumpre o objectivo de entreter e que, por isso mesmo, merece nota positiva.
Apesar de o considerar superior ao anterior “O Código Da Vinci”, baseado também num romance de Dan Brown, trata-se de um daqueles filmes que não apelam tão cedo a um revisionamento. Vê-se e está visto.
Esqueçamos os atropelos históricos, as incongruências no argumento, a banda sonora previsível, a antimatéria que pode causar um holocausto e o twist final que nada surpreende. O mais importante é tornar o enredo apelativo, com simbologias, teorias e fantasias que prolonguem ao máximo a atenção do espectador. Se exceptuarmos as pessoas que vão para a sala de cinema cheias de sono, o objectivo de manter o interesse é alcançado.
Confesso que o que mais gostei no filme foi a possibilidade de visualizar, por mais encenados e irreais que sejam, os rituais do conclave que antecedem a nomeação de um Papa. Apreciei também o trabalho realizado com os cenários, sobretudo, se pensar que a produção não foi autorizada a filmar intramuros no Vaticano.
Tom Hanks, secundado pelos sempre competentes Armin Mueller-Stahl e Stellan Skarsgärd, volta a vestir a pele de Robert Langdon. É claro que não estamos perante uma personagem com o carisma de um Indiana Jones, apesar dos altos e baixos da série protagonizada por Harrison Ford.
Já que falamos do mais famoso arqueólogo, falemos também do mais conhecido espião. É que a “Anjos e Demónios” não falta o momento à la James Bond protagonizado, pasme-se, pelo camareiro do Papa, interpretado por Ewan McGregor! É vê-lo de batina pilotar um helicóptero para salvar os milhares de fiéis que aguardam no Vaticano pelo anúncio Habemus Papam.
As falhas no filme não são, nem de perto nem de longe, suficientes para arrasá-lo. É claro que quase todos os críticos do burgo afirmam que “Anjos e Demónios” é «de fugir», um filme intragável e sem ponta por onde se lhe pegue.
Com as óbvias diferenças, recordo que os detractores são os mesmos que recentemente escreveram uma torrente de atrocidades sobre “Slumdog Millionaire”. É a prova, se dúvidas existissem, de que nem sempre os podemos levar a sério.
Apesar de o considerar superior ao anterior “O Código Da Vinci”, baseado também num romance de Dan Brown, trata-se de um daqueles filmes que não apelam tão cedo a um revisionamento. Vê-se e está visto.
Esqueçamos os atropelos históricos, as incongruências no argumento, a banda sonora previsível, a antimatéria que pode causar um holocausto e o twist final que nada surpreende. O mais importante é tornar o enredo apelativo, com simbologias, teorias e fantasias que prolonguem ao máximo a atenção do espectador. Se exceptuarmos as pessoas que vão para a sala de cinema cheias de sono, o objectivo de manter o interesse é alcançado.
Confesso que o que mais gostei no filme foi a possibilidade de visualizar, por mais encenados e irreais que sejam, os rituais do conclave que antecedem a nomeação de um Papa. Apreciei também o trabalho realizado com os cenários, sobretudo, se pensar que a produção não foi autorizada a filmar intramuros no Vaticano.
Tom Hanks, secundado pelos sempre competentes Armin Mueller-Stahl e Stellan Skarsgärd, volta a vestir a pele de Robert Langdon. É claro que não estamos perante uma personagem com o carisma de um Indiana Jones, apesar dos altos e baixos da série protagonizada por Harrison Ford.
Já que falamos do mais famoso arqueólogo, falemos também do mais conhecido espião. É que a “Anjos e Demónios” não falta o momento à la James Bond protagonizado, pasme-se, pelo camareiro do Papa, interpretado por Ewan McGregor! É vê-lo de batina pilotar um helicóptero para salvar os milhares de fiéis que aguardam no Vaticano pelo anúncio Habemus Papam.
As falhas no filme não são, nem de perto nem de longe, suficientes para arrasá-lo. É claro que quase todos os críticos do burgo afirmam que “Anjos e Demónios” é «de fugir», um filme intragável e sem ponta por onde se lhe pegue.
Com as óbvias diferenças, recordo que os detractores são os mesmos que recentemente escreveram uma torrente de atrocidades sobre “Slumdog Millionaire”. É a prova, se dúvidas existissem, de que nem sempre os podemos levar a sério.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Nenhum demónio, apenas anjos
Quase que me esquecia da foto de família. É o que dá fazer 'posts' às três da manhã!Queremos dedicar este 'post' à Rute, João, Dora, Raquel, Manuel, Luísa, Vanda e Ana. Para a nossa ida ao cinema Charlot ser perfeita só faltaram vocês. Queremos muito que numa próxima ocasião possam marcar presença.
O filme foi "Anjos e Demónios", mas para a Sandra podia tratar-se do "Bambi" ou do "Exorcista", tal foi a atenção dada ao filme. Valeram a Jaqueline e o Pedro a fazerem de travesseiros!
Mais do que o filme, a noite valeu pelo matar de saudades e convívio entre muitas gargalhadas.
Apesar do cansaço e sono evidentes, ainda houve força para uma saída que foi um desassossego. Um bar sugerido pelo Girino, que o conhecia tão bem que se perdeu pelo caminho.

Digam lá que a cara da Sandra não é de quem precisa de caminha?
Podem não acreditar, mas o cachecol já lá estava
O filme foi "Anjos e Demónios", mas para a Sandra podia tratar-se do "Bambi" ou do "Exorcista", tal foi a atenção dada ao filme. Valeram a Jaqueline e o Pedro a fazerem de travesseiros!
Mais do que o filme, a noite valeu pelo matar de saudades e convívio entre muitas gargalhadas.
Apesar do cansaço e sono evidentes, ainda houve força para uma saída que foi um desassossego. Um bar sugerido pelo Girino, que o conhecia tão bem que se perdeu pelo caminho.

Digam lá que a cara da Sandra não é de quem precisa de caminha?
Podem não acreditar, mas o cachecol já lá estavaOs gaiteiros
segunda-feira, 18 de maio de 2009
O esplendor do professor Bambo
domingo, 17 de maio de 2009
Pergunta
Depois de muita ponderação, a K resolveu dar o seu contributo para o "Como Vai a Saudinha". Tenho a certeza que todos vão gostar muito, tal como eu, de ler as linhas que se seguem.
Pergunta:
Por onde andámos todos este tempo?
O Ricardo, esse eu sei onde anda há muito tempo…
Onde andava a Rute e o seu carinho tangível?
O João, as suas férreas convicções, sensibilidade e sentido de justiça?
O superficialmente fleumático Bruno, o seu método, a sua organização e a sua surpreendente paixão telúrica?
A “por acaso gostei” Vanda, as suas sonoras gargalhadas e encantadora simplicidade?
A “alemã” morena (Jaqueline) mais linda luso-brasileira que transpira doçura por todos os poros?
A Sr.ª Dr.ª que não olha, vê, que não ouve, escuta, que tem o olhar daquelas crianças tímidas, mas só ao início, e que depois, quando se solta só nos apetece levá-la para casa? (Já agora, as túlipas também são as minhas flores de eleição…)
O Pedro e a sua tranquilizante calma, a sua capacidade para nos fazer mergulhar na sua sabedoria binária, que teima sempre em vir à tona como o seu amor pelo mar?
A despachada Luísa que tem um sorriso do tamanho do mundo (eu sei, Sandra, que esta tem direitos de autor, mas é que tem mesmo) e que está sempre em estado de graça apesar do cansaço?
A doce Dora, a timidez que lhe amarrava os movimentos, lhe tolhia a voz mas que nunca conseguiu esconder os (lindos) olhos rasos de bondade? (Eu escrevi amarrava, tolhia, passado, pretérito!)
O sério António, profissional, atento, sempre com algo a acrescentar e a resposta certa quando menos se espera?
O luso-germânico Tiago com a sua radiofónica voz, os vastos conhecimentos dos mistérios das letras e sons e os seus sempre pensativos olhos?
O querido Girino e a sua esmagadora sensibilidade (eu também tenho muitas saudades dos cheiros da infância), o seu olhar, aparentemente perdido, de menino-homem que pode não saber o que quer, mas já sabe o que não quer? (Quando for grande quero ser como tu, lembras-te?)
O Manuel, a sua inteligência, a sua genuína atenção aos outros, a sua capacidade de ouvir o que os outros dizem como se fosse a primeira vez (mesmo quando não é), a sua distraída forretice (pensava que saía de fininho do restaurante sem pagar, está bem, está!), mas, sobretudo, o seu inconfundível olhar tatuado de meiguice e ternura?
Resposta:
Eu não sei por onde VOCÊS andavam, mas sei onde EU estava:
à vossa espera…
K
Ainda não me fui embora…
Sandra, pensavas que me tinha esquecido de ti?
Tu foste a alma deste curso, foste a razão pela qual muitos de nós fizeram um esforço titânico depois de um dia de trabalho para estarem presentes, foste o melhor método e técnica pedagógicos, foste a melhor aprendizagem que podíamos ter porque em todas as aulas (perdão, Ana, sessões) nos mostravas como se DEVE fazer: muita preparação, dedicação, atenção e, sobretudo, muito coração!
THE END
Pergunta:
Por onde andámos todos este tempo?
O Ricardo, esse eu sei onde anda há muito tempo…
Onde andava a Rute e o seu carinho tangível?
O João, as suas férreas convicções, sensibilidade e sentido de justiça?
O superficialmente fleumático Bruno, o seu método, a sua organização e a sua surpreendente paixão telúrica?
A “por acaso gostei” Vanda, as suas sonoras gargalhadas e encantadora simplicidade?
A “alemã” morena (Jaqueline) mais linda luso-brasileira que transpira doçura por todos os poros?
A Sr.ª Dr.ª que não olha, vê, que não ouve, escuta, que tem o olhar daquelas crianças tímidas, mas só ao início, e que depois, quando se solta só nos apetece levá-la para casa? (Já agora, as túlipas também são as minhas flores de eleição…)
O Pedro e a sua tranquilizante calma, a sua capacidade para nos fazer mergulhar na sua sabedoria binária, que teima sempre em vir à tona como o seu amor pelo mar?
A despachada Luísa que tem um sorriso do tamanho do mundo (eu sei, Sandra, que esta tem direitos de autor, mas é que tem mesmo) e que está sempre em estado de graça apesar do cansaço?
A doce Dora, a timidez que lhe amarrava os movimentos, lhe tolhia a voz mas que nunca conseguiu esconder os (lindos) olhos rasos de bondade? (Eu escrevi amarrava, tolhia, passado, pretérito!)
O sério António, profissional, atento, sempre com algo a acrescentar e a resposta certa quando menos se espera?
O luso-germânico Tiago com a sua radiofónica voz, os vastos conhecimentos dos mistérios das letras e sons e os seus sempre pensativos olhos?
O querido Girino e a sua esmagadora sensibilidade (eu também tenho muitas saudades dos cheiros da infância), o seu olhar, aparentemente perdido, de menino-homem que pode não saber o que quer, mas já sabe o que não quer? (Quando for grande quero ser como tu, lembras-te?)
O Manuel, a sua inteligência, a sua genuína atenção aos outros, a sua capacidade de ouvir o que os outros dizem como se fosse a primeira vez (mesmo quando não é), a sua distraída forretice (pensava que saía de fininho do restaurante sem pagar, está bem, está!), mas, sobretudo, o seu inconfundível olhar tatuado de meiguice e ternura?
Resposta:
Eu não sei por onde VOCÊS andavam, mas sei onde EU estava:
à vossa espera…
K
Ainda não me fui embora…
Sandra, pensavas que me tinha esquecido de ti?
Tu foste a alma deste curso, foste a razão pela qual muitos de nós fizeram um esforço titânico depois de um dia de trabalho para estarem presentes, foste o melhor método e técnica pedagógicos, foste a melhor aprendizagem que podíamos ter porque em todas as aulas (perdão, Ana, sessões) nos mostravas como se DEVE fazer: muita preparação, dedicação, atenção e, sobretudo, muito coração!
THE END
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