
É preciso ter azar! De entre 14 salas de cinema, num dia de calor intenso em que só a ideia de entrar numa sala de cinema com ar condicionado era refrescante, tinha-nos logo de calhar aquela (a única!) em que o dito cujo estava avariado.
No momento da reclamação – «desculpe, é importante ligar o ar condicionado sob pena de destilarmos ali dentro» – o funcionário responde: «lamentamos, mas o ar condicionado da sala 9 encontra-se avariado. Os espectadores que pretendem ver o filme que está nessa sala estão a ser avisados na bilheteira».
– «Pois, mas a nós ninguém alertou desse pormenor!»
Arriscámos! O ambiente foi um pouco mais quente do que o esperado, mas, confesso, valeu a pena. De tal forma que só ao intervalo, e após o final do filme, nos lembrámos da falta de arrefecimento.
A razão deve-se a “Exterminador Implacável: A Salvação”, o quarto capítulo da saga iniciada em 1984 por James Cameron, que atingiu a estratosfera na obra-prima “O Dia do Julgamento”, em 1991.
Ao invés do antecessor, “A Ascensão das Máquinas” (2003), confesso que gostei bastante do filme que nos transporta para um cenário apocalíptico resultado da guerra que opôs máquinas a humanos.
Um herói improvável é-nos apresentado (e mais não digo para não ser desmancha-prazeres), relegando para segundo plano John Connor, filho da heroína Sarah dos dois primeiros filmes, que à partida, enquanto líder da resistência humana contra os exterminadores da Skynet, seria o herdeiro mais lógico.
A personagem em questão é Marcus Wright, desempenhado pelo australiano Sam Worthington, que desde ontem deixou de ser, para mim, um desconhecido e um actor a seguir com atenção no futuro.
Quem já conhecia, da excelente série “Huff”, que passou na Fox este ano, é Anton Yelchin, o jovem que, enviado pelo filho, recuará no tempo e acabará por procriar com Sarah (reconheço que explicado desta forma é confuso, mas quem está familiarizado com a história sabe do que estou a falar).
Um dos muitos aspectos em que "A Salvação" soma pontos advém das várias piscadelas de olhos que são feitas aos anteriores capítulos da saga, umas de forma subtil e outros à descarada. Nem uma espécie de clone do agora governador Arnold Schwarzenegger falta ao filme.
Enquanto escrevia o texto e revia algumas cenas do filme na minha cabeça nem reparei que está quente, muito quente. Vou aumentar o ar condicionado. Este funciona!
No momento da reclamação – «desculpe, é importante ligar o ar condicionado sob pena de destilarmos ali dentro» – o funcionário responde: «lamentamos, mas o ar condicionado da sala 9 encontra-se avariado. Os espectadores que pretendem ver o filme que está nessa sala estão a ser avisados na bilheteira».
– «Pois, mas a nós ninguém alertou desse pormenor!»
Arriscámos! O ambiente foi um pouco mais quente do que o esperado, mas, confesso, valeu a pena. De tal forma que só ao intervalo, e após o final do filme, nos lembrámos da falta de arrefecimento.
A razão deve-se a “Exterminador Implacável: A Salvação”, o quarto capítulo da saga iniciada em 1984 por James Cameron, que atingiu a estratosfera na obra-prima “O Dia do Julgamento”, em 1991.
Ao invés do antecessor, “A Ascensão das Máquinas” (2003), confesso que gostei bastante do filme que nos transporta para um cenário apocalíptico resultado da guerra que opôs máquinas a humanos.
Um herói improvável é-nos apresentado (e mais não digo para não ser desmancha-prazeres), relegando para segundo plano John Connor, filho da heroína Sarah dos dois primeiros filmes, que à partida, enquanto líder da resistência humana contra os exterminadores da Skynet, seria o herdeiro mais lógico.
A personagem em questão é Marcus Wright, desempenhado pelo australiano Sam Worthington, que desde ontem deixou de ser, para mim, um desconhecido e um actor a seguir com atenção no futuro.
Quem já conhecia, da excelente série “Huff”, que passou na Fox este ano, é Anton Yelchin, o jovem que, enviado pelo filho, recuará no tempo e acabará por procriar com Sarah (reconheço que explicado desta forma é confuso, mas quem está familiarizado com a história sabe do que estou a falar).
Um dos muitos aspectos em que "A Salvação" soma pontos advém das várias piscadelas de olhos que são feitas aos anteriores capítulos da saga, umas de forma subtil e outros à descarada. Nem uma espécie de clone do agora governador Arnold Schwarzenegger falta ao filme.
Enquanto escrevia o texto e revia algumas cenas do filme na minha cabeça nem reparei que está quente, muito quente. Vou aumentar o ar condicionado. Este funciona!








































