terça-feira, 3 de novembro de 2009

Janela indiscreta

O rumor de que o casalinho formado por Luciana Abreu e Yannick Djaló poderia ter decidido ocupar a tarde de sábado numa visita cultural à Quinta da Regaleira levou alguns paparazzi bem informados a rumar a Sintra.
Os profissionais em invadir a intimidade alheia não se deram por vencidos por não terem descoberto a 'Floribela' e o 'leãozinho'. A sorte grande saiu-lhes ao descobrirem que na Quinta se encontrava o casal sensação do momento - Ricardo e Lia - aquele que em popularidade só tem rival no par Pitt-Jolie... e a sua prole.
Fonte bem colocada revelou ao Saudinha que a autora das fotografias (só digo a primeira letra do nome: Raquel Fragoso) lucrou tanto com a vendas das imagens, que fizeram furor nas manchetes dos tablóides mundiais, que equaciona seriamente comprar a antiga casa de campo do António Augusto e da Perpétua.


Romeu e Julieta dificilmente encontrariam melhor cenário (Copyright: R.F.)

A empatia entre o casal foi deveras evidente (Copyright: R.F.)

domingo, 1 de novembro de 2009

Um regalo para os sentidos

Já não era sem tempo! Depois de tantas promessas e planos um grupo alargado de Magníficos voltou a reunir-se para passar um dia em cheio. O cenário não podia ser mais idílico: a Quinta da Regaleira, em Sintra.
O ponto de partida para o reencontro foi a nossa Escola Cristóvão Colombo. Apesar do mérito de ter sido a grande responsável pela excursão, a Raquel quase borrou a pintura ao revelar que já nem sabia que escola era essa em Setúbal com nome de navegador. Justificou-se com o velho Alzheimer, mas a desculpa não pegou!
Além de nove Magníficos e das já nossas conhecidas irmã (Sandra), filhota (Sara) e sobrinha (Inês) da Vanda, o grupo foi reforçado pela Lia e pelo Rui, respectivos pares do senhor engenheiro e da senhora doutora.
Alguns não conseguiram disfarçar o nervosismo de serem 13 horas e ainda estarmos à porta da EPCC. O problema não era a viagem, era o trânsito na histórica vila e o estacionamento junto de um dos ex-libris sintrenses. Depois de nos distribuirmos pelos automóveis lá arrancámos. A curta viagem correu sobre rodas. Antes da hora agendada (14h30) já todos estávamos junto à entrada da Regaleira, sinal de que ninguém se perdera pelo caminho. Claro que no regresso a coisa foi mais emocionante. Tão emocionante que o quinteto que vinha no BMW da Luísa ainda pensou ir comer um leitãozinho à Mealhada!
Já no interior da Quinta fizemos uma viagem iniciática a um jardim repleto de simbologia. Mais do que apreciar a beleza do espaço ímpar, é conveniente ver além do óbvio. Nada do que lá existe foi feito ao acaso, tudo tem um propósito e, se dúvidas existissem, basta, já no interior do palácio, ver os inúmeros desenhos do arquitecto Luigi Manini, o homem que anos antes projectara o Palácio do Buçaco.
Quem não se compadeceu com a Regaleira foram os magníficos estômagos que, privados de almoço, não viam a hora de serem revestidos. Mal terminámos a visita só uma palavra me ocorria: "Piriquita". Depois de tamanha privação, o meu estômago queria um miminho especial, daqueles repletos de gila e açúcar, uma espécie de almofadinha que aconchegasse um corpo enfraquecido pela ausência de alimento. O nome era reconfortante: travesseiro. Não há quem resista a tanta caloria, não é Luisinha? Nem a Jaqueline resistiu! Os menos atrevidos ficaram-se pelas queijadinhas, que não são nada de menosprezar, mas havendo travesseiros nem há que duvidar.
Mais arrebitados pelas quantidades de açúcar ingeridas, fizemos nova redistribuição pelos automóveis. Fizemos promessas - somos crentes à séria - de nos revermos tão breve quanto possível.
Queremos muito que a Sandra, o Pedro, a Rute, o João, o António, o Manuel e o Bruno compareçam na próxima vez para que possam pousar para as fotografias connosco.


A casinha de campo do António Augusto e da Perpétua

É ou não é um regalo?

O fotógrafo não é mau de todo

Não cabia mais ninguém no topo da torre!

Os colegas de carteira estavam felizes com o reencontro

Tadinho do Tiago! Tão mal acompanhado...

No fundo de um poço com 27 metros

Eu quero ver essa fotografia!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Para todos os gostos


Ontem tivemos...

Os iranianos Golbang deram-nos ontem à noite música no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Santour, daf, tar, bamtar, dayereh, ney, kamancheh e tombak foram os instrumentos tradicionais que nos tocaram... a alma. (Foto: C.M.S.)


Amanhã vamos ter...

É para o menino e para a menina! Com estas imagens ninguém (eles e elas) quer saber que seja um filme de acção com Bruce Willis.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

District 9


Vi ontem um filme que me deixou intrigado e não me sai da cabeça. Ao contrário do que se possa pensar, não é todos os dias que isso acontece.
"District 9" não tem um único actor conhecido, o realizador (Neill BlomKamp) é natural da África do Sul e a história, que envolve humanos e extra-terrestres, não se desenrola - para variar - em Nova Iorque, Los Angeles ou Chicago, mas em Joanesburgo.
O filme, que tem como produtor o senhor (dos anéis) Peter Jackson, não é aconselhado a estômagos sensíveis. A estória é, sobretudo, de intolerância, a forma como os alienígenas são colocados em guetos remete-nos de imediato para a noção de apartheid que aprendemos nos livros de História.
A última vez que tive semelhante sensação de desconforto foi ao assistir a "The Mist - O Nevoeiro". Sempre que somos confrontados com fenómenos inexplicáveis revelamos o que de pior (e melhor) há em nós. Isso aconteceria com qualquer pessoa e, por essa razão, indentificamo-nos com os protagonistas por mais absurdos que os seus actos nos possam parecer enquanto estamos confortavelmente sentados no sofá ou numa cadeira da sala de cinema.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

(Também) já uso óculos!

Ainda me recordo da repreensão que levei em criança da minha mãe quando comentei: "Gostava de usar óculos, deve ser muito fixe". Explicou-me que (quase todas) as pessoas que os usam fazem-no por necessidade e não porque "dá estilo" e que todos os que, como eu, não os tinham de usar eram uns privilegiados.
Na adolescência e já na idade adulta constatei, mais uma vez, que a minha mãe tinha toda a razão. Nunca tive de me preocupar com situações em que os óculos se tornam um embaraço: jogar futebol, nos dias de chuva, ao limpar as lentes e até ao abrir a máquina de lavar louça e ficar com as lentes embaciadas. Até hoje...
O exame periódico da medicina no trabalho alertou-me para o que, há uns tempos a esta parte, se tornava evidente: já não estava a ver como sempre vi.
O alarme soou de tal maneira que 48 horas depois de ser examinado decidi consultar especialistas. Não é nada de alarmante, sendo inclusivamente uma patologia natural para quem, como eu, passa tantas horas em frente ao computador.
Agora, sempre que conduzir (de noite), ler, vir televisão e for ao cinema tenho que estar munido dos meus inseparáveis amigos. Confesso que não me faz qualquer espécie. Há instantes uma colega de trabalho disse-me "que estava com um ar muito intelectual". Estranhamente não levei a mal o comentário, senti-o como um elogio.
Com o meu Tenente (já baptizei os óculos), vou poder continuar a passear com a minha co-piloto de eleição ao lado, sorver ziliões de palavras das páginas dos livros e descobrir verdadeiras pérolas entre os milhares de séries e filmes que planeio ver.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Charlot com Almodóvar

Hoje, dia 6 de Outubro, assinalam-se muitas datas no País: Amália morreu há 10 anos, a SIC nasceu há 17 e (save the best for last) o Manel - futuro presidente da Ordem dos Médicos - completa mais um aniversário.
Para assinalar estas e todas as efemérides que nos apeteçam, ou não, decidimos que hoje é o dia de irmos ao Charlot pegar um cineminha. Em cartaz está a obra mais recente de Pedro Almodóvar, "Abraços Desfeitos", e eu vou lá estar. Quem quiser juntar-se ao trio de Magníficos que improvisou o reencontro está mais do que convidado para o programa. Basta estar às 21h10 à entrada do cinema (a sessão é às 21h30).

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Notas soltas

Depois de "Amor dos Babuínos", resolvi pegar nos livros que me foram oferecidos no aniversário. Num ápice li "No teu deserto", de Miguel Sousa Tavares, e, se dúvidas existissem, o senhor tem mesmo o dom da escrita. Sendo filho da mãe, não admira! Pena é que Sousa Tavares não deixe a tarefa de comentador para se dedicar em exclusivo à escrita.
Estou agora com "O Caderno", de José Saramago. Sou daqueles que papa-os todos! Após a descoberta da obra-prima "Ensaio Sobre a Cegueira", tornei-me admirador do senhor. Era impossível que tal não acontecesse depois de tamanho murro no estômago me ter deixado knock-out e ávido por outras tareias igualmente brutais. O registo de "O Caderno" é o de um diário de bolgue, ou melhor, de bordo, que se lê com imenso prazer.
Nestes livros, como n' "O que Sócrates diria a Woody Allen" - não está esquecido - gosto de ler as mensagens escritas por quem me presenteou com estes mimos.
As eleições legislativas já foram, vêm aí as autárquicas. Como sou daqueles que valoriza o acto de votar, talvez pelas experiências relatadas pelos que me são próximos e viveram num período em que ir às urnas era utópico, anseio pelo próximo sufrágio.
Já não há pachorra para as "escutas", nem para os recados trocados entre Cavaco e Sócrates, para o comunicado deplorável do PR ao país (what the hell was that?!), nem para os submarinos... É evidente que tudo isto cheira mal, muito mal! É apenas mais um reflexo do País que somos.
Ontem, quatro Magníficos foram ao Charlot ver "Elegia", filme realizado por Isabel Coixet e interpretado por Ben Kingsley e Penelope Cruz. Um filme triste, que nos faz pensar e reflectir. Sabe bem ver filmes assim.
Por último, quero deixar-vos uma sugestão. Vale a pena clicar no link abaixo e ver o vídeo. Trata-se da festa de lançamento da 24.ª temporada da "Oprah" - nos EUA é Deus no céu e a Oprah Winfrey na terra - feita nas ruas de Chicago. Os convidados eram os Black Eyed Peas e tinham uma surpresa para a apresentadora norte-americana. Quem assistir até ao fim e disser que não teve vontade de dançar, está a mentir à descarada!

http://www.chatadegalocha.com/2009/09/black-eyed-peas-oprah-20-mil-loucos-d/
(Nota - Acho que o blogue "chata na galocha", além de ter um nome bem catita, tem um vídeo com qualidade superior ao do youtube)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Amor dos Babuínos

Várias vezes ouço o recado de que a qualidade dos posts inseridos no blogue tem deixado muito a desejar.
Pois bem, serve o presente para tentar elevar o nível - antes que fique irremediavelmente hipotecado - e corresponder às expectativas de um ou dois leitores mais exigentes do Saudinha.





Quero-vos falar de "Amor dos Babuínos", primeiro romance de Miguel Cardoso Pereira, que tive a oportunidade de ler nas férias. Convém esclarecer que só cheguei a este livro por ser colega de profissão do autor e não por termos qualquer grau de parentesco, apesar da coincidência do apelido.
Quem acompanha o trabalho do Miguel ou com ele priva, como é o meu caso, há muito lhe reconhece o talento. Era mais do que evidente que as linhas escritas diariamente no jornal eram insuficientes para albergar as suas capacidades.
Ao ler "Amor dos Babuínos" custa acreditar que o autor ainda não completou 30 anos. A destreza com que o Miguel desfia o novelo do enredo é admirável. A estória fala-nos de amor e morte. De inseguranças e conflitos. De um homem e uma mulher. As vidas entrelaçam-se... e mais não digo!
A maturidade patente na escrita e as emoções suscitadas nas páginas do romance agarram-nos pelos colarinhos e, por vezes, pelas entranhas. «Podia ser eu», pensei em mais do que uma ocasião. Vão por mim: existem razões mais do que suficientes para partir à descoberta de um autor que tem tudo, garanto-vos, para dar muito que falar.
Nota - O livro foi publicado pela editora 'Temas Originais' e tem um custo de 10 euros. Vale cada cêntimo.
Nota 2 - Não consigo decidir que livro ler a seguir. Há três possibilidades: "O Caderno", "No teu deserto" e "O que Sócrates diria a Woody Allen".
Nota 3 - Na terceira hipótese de leitura, o Sócrates em causa é o filósofo grego e não o engenheiro (?) português.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ir para fora cá dentro

Face à impossibilidade de enviar um postal para cada um dos (assíduos) leitores do blogue, decidimos partilhar algumas imagens das nossas férias. Mais uma vez, rumámos a Norte e recolhemos imagens e experiências que prometem perdurar na nossa memória.
Como nos disse a funcionária da bilheteira do Palácio do Buçaco, essa personagem inesquecível: "bom dia e boa continuação".


Barril de Alva



As margens do Rio Alva ajudaram a refrescar os dias

Não é uma casa na pradaria, mas sim na floresta

Piscina fluvial em estado puro


Vila Cova de Alva


Varanda de tábuas a desafiar a lei da gravidade

A aldeia pousou ao meu lado para a fotografia

Só faltam as fadas e os elfos...

Sandomil


Chovia a cântaros, mas a beleza desta aldeia próxima de Seia não saiu beliscada



Buçaco


O Palácio do Buçaco, tal como a Quinta da Regaleira, foi arquitectado por Luigi Manini

A Mata Nacional da Serra do Buçaco surpreende a cada curva

Peter Jackson podia ter filmado aqui algumas cenas de LOTR. Concordas Manel?


Raquel, diz lá que não faz lembrar a Quinta da Regaleira?




Mealhada



Não comemos leitão, mas garanto-vos que não ficámos mal servidos!




Aveiro



Não resistimos a um passeio de moliçeiro pelos canais da Ria de Aveiro

"Cala-te cão, deixa falar o João". Não trocava o nosso inesquecível cicerone por uma caixa de Ovos Moles (atenção: eu adoooro ovos moles)

Se forem a Aveiro, metam-se num moliçeiro. Vão ver que vale a pena!


Até descobrimos o laço dos Magníficos: o da Ponte da Amizade

sábado, 5 de setembro de 2009

Vindimar ao som dos Deolinda

3 de Setembro (quinta-feira), Festa das Vindimas, Palmela.
Meus amigos, foi um regabofe dos grandes! Meia dúzia de Magníficos lançaram os foguetes e apanharam as canas todinhas. Quatro sadinos rumaram a Palmela para se encontrarem com duas 'palmeloas' e o reencontro, garanto-vos, valeu bem a pena. Até vimos o palmelão mais famoso do país, o "vocês sabem de quem é que eu estou a falar" Octávio Machado.
Que me perdoem todos os presentes, incluindo os Deolinda - que deram um espectáculo para mais tarde recordar -, mas a grande atracção da noite foi a nossa querida Rute. Pois é, apesar de ausente dos nossos reencontros e do cansaço bem visível, trouxe uma energia fantástica à grande noite: saltou, gritou e aplaudiu entusiasticamente. Perante tamanho incentivo, fizemos os possíveis por redobrar a nossa tarefa de contribuir para o espectáculo durante o concerto. Só visto...
Antes do concerto, não puderam faltar os comes e bebes. Eu e o Tiago não tivemos rivais na hora do repasto. O Tiago bateu-se com uma entremeada um pouco mais grossa do que seria desejável, enquanto eu mandei vir uma bela sandocha de courato. Bem que pedi os pelinhos do porco, mas a barba do courato até que estava bem feitinha! Deliciosa...
A Raquel - continuamos à espera da visita à Quinta da Regaleira (promessas!) - conseguiu despistar as manas para se juntar a nós com a sua eloquência de sempre.
A Jaqueline, que olhou para mim no momento da degustação do courato com uma expressão de incredulidade indescritível ("como é possível alguém gostar disso aí!", terá pensado), trouxe à reunião a doçura habitual.
Quem também se juntou a nós, via telemóvel, foi o Girino, que durante muito tempo foi um dos entusiastas da ida a Palmela para assistir ao concerto dos Deolinda. Razões profissionais não permitiram a sua presença física.
Já agora, aproveitamos para desejar bom trabalho a todos os que contribuem por estes dias para a produtividade do país, enquanto nós nos refastelamos "by the river".
Nota - Se este post não tiver comentários, terei de tomar medidas drásticas.


Vou-te comer... couratinho.


A entremeada foi regada com um branquinho


Três potenciais modelos para o sorriso Pepsodent

Versão feminina do Quarteto Fantástico


A senhora do telemóvel importa-se de desviar...



Agora sim, sem intrusos!

Para quem não esteve presente, deixamos um excerto dos Deolinda. Quem assistir até ao fim ganha um brinde...


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Convidados indesejados

Babas e comichão. Foi este o resultado do mais recente jantar dos Magníficos, que teve lugar no passado domingo num restaurante nas Fontaínhas. Éramos cinco, mas companhia foi coisa que não faltou. A esplanada revelou-se um autêntico pitéu para os mosquitos que nos atacaram impiedosamente.
É claro que uns sofreram mais do que outros, que o digam a Cátia e a Luísa que passados alguns dias ainda padecem dos efeitos nefastos da experiência. O Tiago garante - parece impossível - que vestígios das picadelas foi coisa que não existiu. Já o Manuel, numa noite em que recorreu diversas vezes à sua pose de Deus grego, ficou com uma marca bem visível na testa.
Ao contrário do que possam pensar, garanto-vos que os convidados indesejados não beliscaram em nada o convívio. As amêijoas e o choco frito, o tour exclusivo ao interior de uma viatura 'XPTO' que se farta de salvar vidas, a "viagem" que a Luísa me proporcionou à Patagónia, Terra do Fogo e às pampas, as aulas das poses das divindades helénicas ministradas pelo Manuel e a voltinha que demos antes de nos sentarmos na esplanada em que os mosquitos se banquetearam foram alguns dos momentos do dia.
Para a próxima seria conveniente que comparecessem mais Magníficos. É que dessa forma as picadelas seriam distribuídas por mais pessoas, impedindo a concentração de babas nos corpinhos de apenas cinco!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Dexter


É possível simpatizar com uma personagem de uma série de televisão que na primeira temporada mata o irmão, na segunda a amante e na terceira o melhor amigo? Se a sua resposta é não, é porque não conhece Dexter Morgan.
Michael C. Hall, que já tinha comprovado o seu talento no magnífico "Sete Palmos de Terra", interpreta um meticuloso investigador forense que nas horas vagas, e às vezes nas de expediente, elimina os criminosos que a Justiça não puniu.
A terceira temporada da série, de 12 episódios cada, chegou ontem ao fim na FOX. Resta-me aguardar pela estreia da 4.ª temporada de "Dexter" para voltar a ser cúmplice do serial-killer mais fascinante que o pequeno écrã já me deu a conhecer.
A razão de Dexter ser, para mim, um objecto de culto deve-se a dois motivos: elenco irrepreensível (todos os secundários são únicos e inesquecíveis, incluíndo muitos dos que são eliminados) e o trabalho inteligente dos argumentistas.
Se alguém me perguntar onde estive nas últimas semanas, de segunda a sexta-feira, entre as 23:52 e 00:40, tenho um alibi de respeito: Dexter.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O bazar da Isabel

Desde que tenho memória que me lembro de ver a minha mãe fazer mil e uma coisas com agulhas e novelos de lã e outros têxteis. Eu, os meus irmãos e alguns (poucos) familiares e amigos mais próximos tiveram o privilégio de ser presenteados com umas botinhas de lã, de quando em vez, ou, caso a criatividade estivesse para aí virada, umas camisolas bem fofinhas.
A chegada das netas - Beatriz e Matilde - levou a minha mãe, paulatinamente, a recuperar um dom que parecia estar esquecido. Depois das botinhas e camisolinhas, a minha mãe tem-se dedicado às malas. É sempre bom quebrar a rotina!
Eis algumas variantes de malas que a minha mãe tem artesanalmente fabricado. Quem já teve a sorte de ser presenteada assegura ter gostado do modelo. É possível escolher os tamanhos, as cores, os adereços (flores e bonecos, por exemplo) e até as asas.
Se ficarem interessados, aceitam-se encomendas. Espero que gostem.