Não sei se já tinha dito, mas adoro cinema. Fim de ano, hora de balanço. De entre as mais de três dezenas de filmes que vi entre Janeiro e Dezembro de 2011, seleccionei aqueles de que mais gostei. Uns alegraram-me e outros comoveram-me. Dos enumerados, nenhum me deixou indiferente.
Deixei de fora alguns de que gostei, mas não o suficiente para os incluir nos melhores 10 do ano: "Amor, estúpido e louco", "Meia noite em Paris", "O Cisne negro", "O discurso do rei", "Assim é o amor" e "127 horas" são alguns dos exemplos preteridos.
Estou consciente de que deixei escapar algumas obras que, com toda a certeza, eram candidatas a figurar nesta lista. "A Árvore da Vida", de Terrence Malick, é, sem dúvida, um desses casos. "Melancolia", de Lars Von Trier, também me suscita interesse.
Também é verdade que vi alguns que se revelaram tempo perdido. O pior? "Cozinha do amor" e "O amor é o melhor remédio" competem lado a lado pelo indesejável estatuto. Não estranhem se não souberem que filmes são estes. Aliás, dêem-se por satisfeitos. Acreditem, foram tão inesquecíveis que os tive de
googlar para saber que raio de obras eram!
Agora, vamos lá ao que interessa. Eis os meus preferidos:
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Segue-se o meu +1...Não fui ao cinema ver "José e Pilar", vi em casa. É de 2011. É excelente. É Saramago. Numa palavra: maravilhoso. A obra de Miguel Gonçalves Mendes foi para mim um festim. Em menos de duas horas, reúne tudo o que valorizo nos filmes. O que senti ao ver o documentário equipara-se ao prazer retirado de ler um dos meus livros preferidos do autor. "José e Pilar" não está no meu top ten de 2011, mas sim, sem hesitar, no top três.