sexta-feira, 11 de maio de 2012
Parabéns Diego
Diego Costa Silva, guarda-redes brasileiro do Vitória de Setúbal, celebrou hoje o seu 33.º aniversário.
Não me recordo de alguma vez ter existido um atleta que reunisse, desde que chegou ao Bonfim, tanto consenso e fosse tão admirado pelos adeptos.
As qualidades profissionais evidenciadas são indesmentíveis e reconhecidas por todos os que com ele já trabalharam e por quem já o viu jogar.
Fora das quatro linhas, nas semanas boas e más, depois da equipa ganhar ou perder, Diego nunca mudou de atitude.
Durante dois anos testemunhei a forma como é atencioso com todas as pessoas que o abordam. Colegas, adeptos e jornalistas que com ele se cruzam confirmam-no em uníssono e, garanto, apenas têm sobre si palavras elogiosas.
Não é todos os dias que encontramos pessoas como Diego.
Quase me esquecia... FELIZ ANIVERSÁRIO.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Ladrões de gasolina
Todos sabemos que a gasolina está cara e que é um ultraje o preço a que o combustível está actualmente. Muitas vezes ouço na televisão desabafos de pessoas que abastecem. Entre as palavras mais ouvidas estão os termos "roubo" e "ladrões". Hoje senti, literalmente, na pele ambas. Não porque tenha ido à bomba de gasolina e me tenha indignado com um preço ainda mais ultrajante, mas porque os amigos do alheio me foram literalmente ao depósito.
Telegraficamente passou-se o seguinte num espaço de 10/15 segundos: ligo o carro, vejo o sinal de reserva (impossível tinha o depósito a meio quando o estacionara!), cheiro intenso a gasolina, transeunte gesticula no exterior. Já está, pensei, roubaram-me a gasolina! Bingo.
Nos cinco metros que percorreu, o carro deixou um rasto de combustível. Ao contrário do que cheguei a pensar, a fechadura do depósito não foi arrombada, a tubagem foi cortada e o depósito esvaziado. E pronto, foi só mesmo isto!
Até à última gota!
Telegraficamente passou-se o seguinte num espaço de 10/15 segundos: ligo o carro, vejo o sinal de reserva (impossível tinha o depósito a meio quando o estacionara!), cheiro intenso a gasolina, transeunte gesticula no exterior. Já está, pensei, roubaram-me a gasolina! Bingo.
Nos cinco metros que percorreu, o carro deixou um rasto de combustível. Ao contrário do que cheguei a pensar, a fechadura do depósito não foi arrombada, a tubagem foi cortada e o depósito esvaziado. E pronto, foi só mesmo isto!
Até à última gota!
terça-feira, 8 de maio de 2012
World Press Photo
No Museu da Electricidade, em Lisboa, está patente a exposição World Press Photo, com uma seleção de 160 imagens premiadas na 55.ª edição do maior concurso internacional de fotojornalismo. Trata-se de um autêntico documento histórico que passa em revista o que de mais importante (e muitas vezes horrível) aconteceu em 2011. Recomendo a todos os que ainda não o fizeram que passem por lá até 20 de Maio, dia em que termina a exposição.
Ao ver as fotografias fico sem ponta de inveja de quem teve a missão de seleccionar os melhores trabalhos e eleger um como vencedor. Nas diferentes categorias há imagens que nos deslumbram, chocam, comovem e causam um misto de muitas outras sensações. Como leigo que sou em matéria de fotografia, tenho dificuldade em perceber os critérios que fazem uma foto melhor do que outra.
Aqui ficam algumas imagens:
Ao ver as fotografias fico sem ponta de inveja de quem teve a missão de seleccionar os melhores trabalhos e eleger um como vencedor. Nas diferentes categorias há imagens que nos deslumbram, chocam, comovem e causam um misto de muitas outras sensações. Como leigo que sou em matéria de fotografia, tenho dificuldade em perceber os critérios que fazem uma foto melhor do que outra.
Aqui ficam algumas imagens:
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Na Feira do Livro 2012
Mais uma vez, cumpri a tradição de visitar a Feira do Livro de Lisboa. Depois de ter falhado o ano passado, não quis deixar passar a oportunidade de voltar a um programa de que tanto gosto. Além do ambiente que se vive no Parque Eduardo VII, há sempre a oportunidade de encontrar boas oportunidades de compra junto das editoras presentes. Este ano não tive muita sorte, uma vez que muitos dos livros que tenho debaixo de olho estavam (mesmo com o desconto de feira) mais caros do que na Fnac.
Infelizmente, nenhum dos livros que pretendia estava assinalado como livro do dia. Tendo feito antes o trabalho de casa, constatei que ficaria sempre mais em conta comprar qualquer obra de Haruki Murakami, Richard Zimler ou Patrícia Melo, por exemplo, na Fnac. A única excepção, que me impediu de regressar a casa de mãos a abanar, foi este livro de Ken Follett.
Já ouvi tanto falar no autor galês, que chegou a hora de travarmos conhecimento. Para segundas núpcias fica "A Queda de Gigantes", primeiro Livro da trilogia "O Século", cujas quase mil páginas já me esperam.
Estar na Feira do Livro traz-me à memória episódios de edições anteriores que visitei. As ocasiões em que troquei dois dedos de conversa com José Saramago (por mais de uma vez encontrei-o por lá) estão guardadas de forma especial. Ao contrário de anos anteriores, em que pedi autógrafos a autores como Richard Zimler e Clara Ferreira Alves, desta vez não cacei nenhum, apesar de por lá estarem Mia Couto, Gonçalo M. Tavares e José Luís Peixoto (este último com uma fila de espera monumental).
Apesar do talento que lá estava reunido, foquei a minha atenção em algo diferente. Com pêlo na venta, ganhei coragem, pus-me na fila atrás da pequenada e voilà.
Eu e o Badou lado a lado (o Babar, com a sua imponente coroa, estava a ser muito solicitado pelos jovens súbditos!)
Infelizmente, nenhum dos livros que pretendia estava assinalado como livro do dia. Tendo feito antes o trabalho de casa, constatei que ficaria sempre mais em conta comprar qualquer obra de Haruki Murakami, Richard Zimler ou Patrícia Melo, por exemplo, na Fnac. A única excepção, que me impediu de regressar a casa de mãos a abanar, foi este livro de Ken Follett.
Já ouvi tanto falar no autor galês, que chegou a hora de travarmos conhecimento. Para segundas núpcias fica "A Queda de Gigantes", primeiro Livro da trilogia "O Século", cujas quase mil páginas já me esperam.
Estar na Feira do Livro traz-me à memória episódios de edições anteriores que visitei. As ocasiões em que troquei dois dedos de conversa com José Saramago (por mais de uma vez encontrei-o por lá) estão guardadas de forma especial. Ao contrário de anos anteriores, em que pedi autógrafos a autores como Richard Zimler e Clara Ferreira Alves, desta vez não cacei nenhum, apesar de por lá estarem Mia Couto, Gonçalo M. Tavares e José Luís Peixoto (este último com uma fila de espera monumental).
Apesar do talento que lá estava reunido, foquei a minha atenção em algo diferente. Com pêlo na venta, ganhei coragem, pus-me na fila atrás da pequenada e voilà.
Eu e o Badou lado a lado (o Babar, com a sua imponente coroa, estava a ser muito solicitado pelos jovens súbditos!)
domingo, 6 de maio de 2012
Gosto disto
Para assinalar o 20.º aniversário, as lojas Natura fizeram sacos com alusões a alguns dos acontecimentos que marcaram as duas últimas décadas no mundo. Uma vez que se trata de uma marca espanhola as imagens que surgem no saco dão uma atenção particular a alguns eventos ocorridos no país vizinho. Uma viagem para ver com atenção.
sábado, 5 de maio de 2012
Yekini
O nigeriano Rashidi Yekini, um dos jogadores mais marcantes das últimas décadas do Vitória de Setúbal, faleceu ontem aos 48 anos de idade. São muitas as memórias que guardo do avançado, que em 1993/94 se sagrou melhor marcador do campeonato nacional em Portugal.
Além dos golos e das muitas alegrias que deu aos adeptos sadinos, Yekini, que representou o clube entre 1990/91 e 1993/94 e em 1996/97, destacava-se pela compleição física invulgar nos jogadores de futebol. O atleta, que era a antítese da elegância, tem, seguramente, um lugar especial na galeria das antigas glórias do Vitória.
Ao serviço da selecção do seu país, recordo-me do atacante fazer história ao marcar (e celebrar de forma inesquecível) o primeiro golo do triunfo, por 3-0, sobre a Bulgária no Mundial de 1994, nos Estados Unidos.
Em jeito de homenagem, partilho dois objectos alusivos a momentos em que Yekini teve um papel preponderante.
Caça ao autógrafo: no topo da imagem distingue-se o autógrafo do nigeriano
Em 1993/94, o Vitória venceu, no Bonfim, o Benfica, por 5-2. Yekini fez dois golos e acertou duas vezes no ferro da baliza adversária. Um bilhete mágico...
Além dos golos e das muitas alegrias que deu aos adeptos sadinos, Yekini, que representou o clube entre 1990/91 e 1993/94 e em 1996/97, destacava-se pela compleição física invulgar nos jogadores de futebol. O atleta, que era a antítese da elegância, tem, seguramente, um lugar especial na galeria das antigas glórias do Vitória.
Ao serviço da selecção do seu país, recordo-me do atacante fazer história ao marcar (e celebrar de forma inesquecível) o primeiro golo do triunfo, por 3-0, sobre a Bulgária no Mundial de 1994, nos Estados Unidos.
Em jeito de homenagem, partilho dois objectos alusivos a momentos em que Yekini teve um papel preponderante.
Caça ao autógrafo: no topo da imagem distingue-se o autógrafo do nigeriano
Em 1993/94, o Vitória venceu, no Bonfim, o Benfica, por 5-2. Yekini fez dois golos e acertou duas vezes no ferro da baliza adversária. Um bilhete mágico...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Kafka à beira-mar
Oshima, uma das personagens de "Kafka à beira-mar", lembra a certa altura que os piratas e as garrafas de rum são indissociáveis.
Para mim, depois de ler este livro de Haruki Murakami, isto...
... e isto...
...far-me-á sempre lembrar...
Para mim, depois de ler este livro de Haruki Murakami, isto...
... e isto...
...far-me-á sempre lembrar...
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Rita Pereira na Playboy
Rita Pereira é a capa da edição renovada da Playboy
O País está indignado. Rita Pereira pousou para a Playboy e não mostra as mamas, nem o rabo, nem, escusado será dizer, o pipi. Eu já tenho a revista e, confesso, faço parte da minoria que se está nas tintas para o que a Rita Pereira mostra ou deixa de mostrar. Talvez por não estar familiarizado com as suas qualidades na representação em títulos como "Maré Alta", "Morangos com Açúcar" e "Doce Fugitiva", nunca a actriz me suscitou qualquer interesse. Já a vi ao vivo e a cores e não a achei nenhuma estampa. Jeitosa sim, bonita nem por isso (mas, como é óbvio, gostos não se discutem).
Na vida anterior da Playboy (tenho-as todas), a produção de que mais gostei foi a de Cláudia Jacques. Chamem-me ignorante à vontade, mas, até aí, não fazia a mínima ideia de quem era senhora. Isto só prova que, no que me diz respeito, não preciso de ver uma cara mediática na capa da revista para gostar (ou não) do seu conteúdo. É como aquelas pessoas que vão à Feira do Livro (lembrete: não me pode escapar) e escolhem os livros pela capa. Nã, não faço isso. No máximo, opto por um jornal desportivo tendo em conta esse critério.
Para o mês que vem até pode vir na Playboy uma mulher que não conheço de lado nenhum, mas, mesmo assim, vou comprá-la. Porquê? À margem das coelhinhas e das secções a que a revista sempre habituou os leitores, a presença de nomes como o do jornalista Pedro Rolo Duarte e do escritor Valter Hugo Mãe parecem-me boas razões para o continuar a fazer.
Nota: não li ainda nada da renascida Playboy, mas, à primeira vista, não estou arrependido de ter desembolsado 3,95€, apesar de a qualidade do papel ser, claramente, inferior à edição lusa anterior.
Nota 2: se estiver com vontade de ver mamas, rabos e pipis não me faltam imagens de meninas na revista para observar.
O País está indignado. Rita Pereira pousou para a Playboy e não mostra as mamas, nem o rabo, nem, escusado será dizer, o pipi. Eu já tenho a revista e, confesso, faço parte da minoria que se está nas tintas para o que a Rita Pereira mostra ou deixa de mostrar. Talvez por não estar familiarizado com as suas qualidades na representação em títulos como "Maré Alta", "Morangos com Açúcar" e "Doce Fugitiva", nunca a actriz me suscitou qualquer interesse. Já a vi ao vivo e a cores e não a achei nenhuma estampa. Jeitosa sim, bonita nem por isso (mas, como é óbvio, gostos não se discutem).
Na vida anterior da Playboy (tenho-as todas), a produção de que mais gostei foi a de Cláudia Jacques. Chamem-me ignorante à vontade, mas, até aí, não fazia a mínima ideia de quem era senhora. Isto só prova que, no que me diz respeito, não preciso de ver uma cara mediática na capa da revista para gostar (ou não) do seu conteúdo. É como aquelas pessoas que vão à Feira do Livro (lembrete: não me pode escapar) e escolhem os livros pela capa. Nã, não faço isso. No máximo, opto por um jornal desportivo tendo em conta esse critério.
Para o mês que vem até pode vir na Playboy uma mulher que não conheço de lado nenhum, mas, mesmo assim, vou comprá-la. Porquê? À margem das coelhinhas e das secções a que a revista sempre habituou os leitores, a presença de nomes como o do jornalista Pedro Rolo Duarte e do escritor Valter Hugo Mãe parecem-me boas razões para o continuar a fazer.
Nota: não li ainda nada da renascida Playboy, mas, à primeira vista, não estou arrependido de ter desembolsado 3,95€, apesar de a qualidade do papel ser, claramente, inferior à edição lusa anterior.
Nota 2: se estiver com vontade de ver mamas, rabos e pipis não me faltam imagens de meninas na revista para observar.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Acção em Miami
Magnífico reencontro (os sorrisos dizem tudo)
Parece que metade do país esteve ontem durante horas enfiada em supermercados Pingo Doce e 0,5 por cento esteve em concentrações alusivas ao Dia do Trabalhador. Ou seja, de tão memoráveis que foram as experiências, a maioria dos portugueses vai daqui a uns anos ter na ponta da língua a resposta à pergunta: "onde é que estava no dia 1 de Maio de 2012?".
Para memória futura, escrevo estas linhas para auxiliar um excelso grupo de pessoas (nas quais, naturalmente, me incluo) quando alguém lhes fizer a pergunta da praxe: "ora bem, no dia 1 de Maio desse ano estava... em Miami". Toma lá e embrulha! A partir daqui somos os maiores, basta não avançarmos pormenores sobre a viagem (relâmpago) que fizemos à cidade da Florida.
Como é habitual entre os magníficos, a experiência correu às mil maravilhas. Além da oportunidade de passarmos bons momentos juntos - todos concordam que já não era sem tempo -, colocámos a conversa em dia, rimos, fizemos planos para o futuro, bebeu-se e comeu-se. Quem diria que nos States, além do já esperado peixe grelhado de qualidade, iríamos encontrar... choco frito. É verdade! Descobrimos um restaurante na típica New Fountain Square em que serviam o molusco.
É claro que há coisas que nunca mudam por mais reuniões que se façam. O exemplo mais flagrante é dado pelo nosso Girino, que já está quase a fazer 25 anos (ena, ena!) e voltou a ser o último a chegar. Os equívocos também são sempre uma presença constante, que o diga o Manel que, já só perto da última colherada na sobremesa, com a ajuda da Luísa, se convenceu que o arroz doce não era aletria.
Ao contrário da série de televisão americana da década de 1980 (Miami Vice), que retrata o submundo dos cartéis, corrupção e tráfico de droga, não vimos apenas dois polícias (os actores Don Johnson e Philip Michael Thomas já se retiraram) enquanto estivemos juntos, mas muitos mais, já que nos deparámos com um desfile da extrema-direita (alguns encapuzados, quais terroristas) a que o Saudinha se recusa a dar tempo de antena.
Depois do repasto, já sem a Luísa, que foi fazer jus ao dia que se celebrava, seguiu-se uma ida à esplanada com vista para o mar. A Raquel, depois de horas de labuta, chegou e juntou-se ao grupo que teve a companhia de mais um elemento: o Carlos da Vanda. Durante o tempo em que estivemos juntos, lembrámos episódios partilhados durante o curso e nos encontros posteriores. Falámos em todos os que estiveram ausentes e que não puderam estar connosco. Esperamos e desejamos que na próxima viagem (vai ser mesmo literal, estejam atentos), a Sandra, o Pedro, a Lara, o António, a Rute e o Bruno (se alguém souber do seu paradeiro) estejam presentes.
PS- Não sei se ainda se lembram como se faz, mas, ao invés de fazer apenas um "gosto" ou comentar no Facebook, era giro que pudessem deixar um comentário no blogue. A gerência agradece.
Graças à Jaque, há mais uma foto que ilustra o dia do reencontro. Aqui está...
Parece que metade do país esteve ontem durante horas enfiada em supermercados Pingo Doce e 0,5 por cento esteve em concentrações alusivas ao Dia do Trabalhador. Ou seja, de tão memoráveis que foram as experiências, a maioria dos portugueses vai daqui a uns anos ter na ponta da língua a resposta à pergunta: "onde é que estava no dia 1 de Maio de 2012?".
Para memória futura, escrevo estas linhas para auxiliar um excelso grupo de pessoas (nas quais, naturalmente, me incluo) quando alguém lhes fizer a pergunta da praxe: "ora bem, no dia 1 de Maio desse ano estava... em Miami". Toma lá e embrulha! A partir daqui somos os maiores, basta não avançarmos pormenores sobre a viagem (relâmpago) que fizemos à cidade da Florida.
Como é habitual entre os magníficos, a experiência correu às mil maravilhas. Além da oportunidade de passarmos bons momentos juntos - todos concordam que já não era sem tempo -, colocámos a conversa em dia, rimos, fizemos planos para o futuro, bebeu-se e comeu-se. Quem diria que nos States, além do já esperado peixe grelhado de qualidade, iríamos encontrar... choco frito. É verdade! Descobrimos um restaurante na típica New Fountain Square em que serviam o molusco.
É claro que há coisas que nunca mudam por mais reuniões que se façam. O exemplo mais flagrante é dado pelo nosso Girino, que já está quase a fazer 25 anos (ena, ena!) e voltou a ser o último a chegar. Os equívocos também são sempre uma presença constante, que o diga o Manel que, já só perto da última colherada na sobremesa, com a ajuda da Luísa, se convenceu que o arroz doce não era aletria.
Ao contrário da série de televisão americana da década de 1980 (Miami Vice), que retrata o submundo dos cartéis, corrupção e tráfico de droga, não vimos apenas dois polícias (os actores Don Johnson e Philip Michael Thomas já se retiraram) enquanto estivemos juntos, mas muitos mais, já que nos deparámos com um desfile da extrema-direita (alguns encapuzados, quais terroristas) a que o Saudinha se recusa a dar tempo de antena.
Depois do repasto, já sem a Luísa, que foi fazer jus ao dia que se celebrava, seguiu-se uma ida à esplanada com vista para o mar. A Raquel, depois de horas de labuta, chegou e juntou-se ao grupo que teve a companhia de mais um elemento: o Carlos da Vanda. Durante o tempo em que estivemos juntos, lembrámos episódios partilhados durante o curso e nos encontros posteriores. Falámos em todos os que estiveram ausentes e que não puderam estar connosco. Esperamos e desejamos que na próxima viagem (vai ser mesmo literal, estejam atentos), a Sandra, o Pedro, a Lara, o António, a Rute e o Bruno (se alguém souber do seu paradeiro) estejam presentes.
PS- Não sei se ainda se lembram como se faz, mas, ao invés de fazer apenas um "gosto" ou comentar no Facebook, era giro que pudessem deixar um comentário no blogue. A gerência agradece.
Graças à Jaque, há mais uma foto que ilustra o dia do reencontro. Aqui está...
segunda-feira, 30 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Os Vingadores
Rendo-me
A presença de Scarlett Johansson num filme é razão de sobra para dar um pulo ao cinema. Ninguém acredita se disser que gosto de a ver pelas qualidades evidenciadas na representação, por isso, admito, que outros atributos (inegáveis) também me fazem acompanhar com atenção a carreira da actriz.
Desta vez, planeio vê-la como Viúva Negra (e Natasha Romanoff) em "Os Vingadores", filme que estreou em Portugal na quinta-feira. Quando se juntam o Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, entre outros, é sinal de que há sarilhos dos grandes e não vou querer perder pitada do assunto.
Duas coisas são certas: não vou estar na primeira fila (esse é um lugar que detesto ocupar na sala de cinema), mas vou lá estar.
A presença de Scarlett Johansson num filme é razão de sobra para dar um pulo ao cinema. Ninguém acredita se disser que gosto de a ver pelas qualidades evidenciadas na representação, por isso, admito, que outros atributos (inegáveis) também me fazem acompanhar com atenção a carreira da actriz.
Desta vez, planeio vê-la como Viúva Negra (e Natasha Romanoff) em "Os Vingadores", filme que estreou em Portugal na quinta-feira. Quando se juntam o Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Hulk, entre outros, é sinal de que há sarilhos dos grandes e não vou querer perder pitada do assunto.
Duas coisas são certas: não vou estar na primeira fila (esse é um lugar que detesto ocupar na sala de cinema), mas vou lá estar.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Kafka... a Oeste do Sol
Adorei "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol". Talvez por ter ainda bem presentes as palavras escritas por Haruki Murakami, sinto-me tentado a dizer que foi, até agora, o meu livro preferido do autor. Corro o risco de ser injusto com "1Q84 (volumes 1 e 2)", "Norwegian Wood" e "Sputnik, meu Amor", obras que li anteriormente e que me cativaram sem reservas.
Em "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol", a narrativa absorveu-me de tal forma que não descansei enquanto não cheguei ao desfecho da história. O livro está cheio de momentos maravilhosos entre os protagonistas Hajime e Shimamoto. Aos 12 anos eram os melhores amigos, mas o destino separa-os. O reencontro dá-se 25 anos depois e a partir daí nada será como dantes e tudo o que tinham como certo deixa de o ser.
A história é simples, mas nada ligeira. O japonês revela-se, mais uma vez, um exímio artesão na construção de narrativas. Se todos os livros que ler durante a minha vida tiverem o mesmo impacto e me causarem as mesmas sensações que este, direi sempre, ao chegar à última linha, do último parágrafo, da última página, que valeu a pena.
"A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol", em homenagem a «South of the Border, West of the Sun», tema de Nat King Cole, começa assim:
Nasci a 4 de Janeio de 1951. Que é como quem diz: na primeira semana do primeiro mês da segunda metade do século XX. Uma coisa, imagino, digna de ser comemorada, razão pela qual os meus pais me deram o nome de Hajime - que, em japonês, significa «princípio».
Se perguntarem que livro vou ler em seguida, ninguém adivinha. No entanto, aposto, que se a pergunta for qual o autor todos acertam. Com uma imagem respondo às duas questões: a difícil e a fácil.
Há quem diga que este é o melhor de Murakami. A ver vamos...
Em "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol", a narrativa absorveu-me de tal forma que não descansei enquanto não cheguei ao desfecho da história. O livro está cheio de momentos maravilhosos entre os protagonistas Hajime e Shimamoto. Aos 12 anos eram os melhores amigos, mas o destino separa-os. O reencontro dá-se 25 anos depois e a partir daí nada será como dantes e tudo o que tinham como certo deixa de o ser.
A história é simples, mas nada ligeira. O japonês revela-se, mais uma vez, um exímio artesão na construção de narrativas. Se todos os livros que ler durante a minha vida tiverem o mesmo impacto e me causarem as mesmas sensações que este, direi sempre, ao chegar à última linha, do último parágrafo, da última página, que valeu a pena.
"A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol", em homenagem a «South of the Border, West of the Sun», tema de Nat King Cole, começa assim:
Nasci a 4 de Janeio de 1951. Que é como quem diz: na primeira semana do primeiro mês da segunda metade do século XX. Uma coisa, imagino, digna de ser comemorada, razão pela qual os meus pais me deram o nome de Hajime - que, em japonês, significa «princípio».
Se perguntarem que livro vou ler em seguida, ninguém adivinha. No entanto, aposto, que se a pergunta for qual o autor todos acertam. Com uma imagem respondo às duas questões: a difícil e a fácil.
Há quem diga que este é o melhor de Murakami. A ver vamos...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Rafeiros Leais
Um amigo alertou-me para a existência da Associação de Protecção Animal, "Amigos do Ruas - Rafeiros Leais", que passa por tremendas dificuldades. Animais maltratados e abandonados chegam à instituição e precisam urgentemente de ajuda. Um pequeno contributo pode fazer toda a diferença.
Rações, mantas, medicamentos, coleiras, detergentes, são algumas das coisas que podem fazer chegar ao ponto de recolha oficial da Associação: a loja Bray Martins, em Setúbal, junto ao Minipreço e hospital de São Bernardo (Rua General Gomes Freire, n.º 148).
Existe também a possibilidade de contribuir com donativos através do NIB 0045 5450 4024 6271 11705 (Caixa Agrícola).
Rações, mantas, medicamentos, coleiras, detergentes, são algumas das coisas que podem fazer chegar ao ponto de recolha oficial da Associação: a loja Bray Martins, em Setúbal, junto ao Minipreço e hospital de São Bernardo (Rua General Gomes Freire, n.º 148).
Existe também a possibilidade de contribuir com donativos através do NIB 0045 5450 4024 6271 11705 (Caixa Agrícola).
Amigos improváveis
Um filme maravilhoso.
Imperdível! O filme "Amigos Improváveis", escrito e realizado por Olivier Nakache e Eric Toledano, está ainda nas salas de cinema e, garanto-vos, vale MESMO a pena cada um dos cêntimos que se possa pagar pelo bilhete. O ano passado rendi-me a "Pequenas Mentiras entre Amigos", em 2012 já encontrei um sucessor. Em comum têm o facto de serem filmes franceses - até parece que sou um intelectual que nunca vai a uma sala de cinema ver blockbusters - e de terem François Cluzet como protagonista.
Gostei tanto, mas tanto, do filme que me parece impossível que exista alguém que o vá ver e que não pense o mesmo que eu e os milhões de pessoas que já o viram. Eis uma daquelas obras que tem o condão de nos fazer reflectir, divertir e enternecer. Não posso deixar de mencionar o actor co-protagonista Omar Sy, que dá vida a Driss, o empregado resoluto que se transforma em Amigo do patrão Philippe. O argumento do filme é baseado numa história verídica. Ainda bem que não é apenas ficção.
Imperdível! O filme "Amigos Improváveis", escrito e realizado por Olivier Nakache e Eric Toledano, está ainda nas salas de cinema e, garanto-vos, vale MESMO a pena cada um dos cêntimos que se possa pagar pelo bilhete. O ano passado rendi-me a "Pequenas Mentiras entre Amigos", em 2012 já encontrei um sucessor. Em comum têm o facto de serem filmes franceses - até parece que sou um intelectual que nunca vai a uma sala de cinema ver blockbusters - e de terem François Cluzet como protagonista.
Gostei tanto, mas tanto, do filme que me parece impossível que exista alguém que o vá ver e que não pense o mesmo que eu e os milhões de pessoas que já o viram. Eis uma daquelas obras que tem o condão de nos fazer reflectir, divertir e enternecer. Não posso deixar de mencionar o actor co-protagonista Omar Sy, que dá vida a Driss, o empregado resoluto que se transforma em Amigo do patrão Philippe. O argumento do filme é baseado numa história verídica. Ainda bem que não é apenas ficção.
Subscrever:
Mensagens (Atom)























