quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O meu melhor momento olímpico

De quatro em quatro anos realizam-se os Jogos Olímpicos e renovam-se os desejos de conquistas. Hoje, graças aos canoístas Fernando Pimenta e Emanuel Silva, Portugal evitou (o que já quase todos esperávamos) deixar Londres como regressou de Barcelona em 1992, ou seja, de mãos a abanar.
Na hora de eleger o mais emocionante e melhor momento que vivi até hoje não hesito: recuo 16 anos e viajo até Atlanta. Pois é, nem Carlos Lopes (não tenho qualquer memória do ouro ganho em Los Angeles) nem Rosa Mota (não assisti em direto ao triunfo na maratona), em Seul, me marcaram da mesma forma que o fez Fernanda Ribeiro nos 10 000 metros.
Apesar do orgulho que senti ao ver o triplo salto de ouro de Nélson Évora em Pequim, nem de perto nem de longe, vibrei como o fiz com a fantástica corrida da fundista. Fecho os olhos e consigo visualisar a luta travada na pista com a chinesa Wang Junxia. Com um final de prova demolidor e uma ultrapassagem impensável, Fernanda Ribeiro arrancou para a vitória e fez-me vibrar - qual golo de Portugal na final de um Mundial de Futebol - como nunca o fiz nos Jogos Olímpicos.

Um dos momentos mais brilhantes do desporto português

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Quero muito

O primeiro livro da trilogia de Ken Follett - "A Queda dos Gigantes" - foi o melhor livro que li nos últimos tempos (ver aqui). A segunda parte da obra, "O Inverno do Mundo", cuja capa da edição portuguesa foi agora revelada, chega às bancas dia 18 de Setembro. Mal posso esperar!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Short break

Pode parecer, mas garanto que não é minha intenção fazer pirraça a quem ainda não foi de férias. Estas fotos retratam uma escapadinha que fizemos ao Alentejo. As férias maiorzitas são, como é habitual, lá mais para a frente.

A nossa...

A chave

Janela com vista

A leitura do momento

Só assim faz sentido

segunda-feira, 30 de julho de 2012

sábado, 28 de julho de 2012

Gajos dos jornais

Hoje de manhã:
- Bom dia. Gostaríamos de falar com o treinador para sabermos a constituição da equipa.
- É só um momento, vou avisar.
- Obrigado.
- (alto e em bom som) Ó ________ estão aqui uns gajos dos jornais para falar contigo.

Nota:
Na realidade, éramos três "gajos dos jornais", uma "gaja" de jornal e um "gajo" de uma agência de notícias.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Chiça!

A imaginação (será?) de alguns pais na hora de escolher os nomes dos seus descendentes não pára de me surpreender. Acabei de descobrir que algures neste país há um infeliz que se chama... Jetro Xenocrates Repsina.
É verídico!

O Presidiário

What we got here is... failure to communicate.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Urso

Nada como um urso politicamente incorrecto para animar a silly season.

Ted, Mark Wahlberg e Mila Kunis

domingo, 22 de julho de 2012

Fogo em Setúbal

Nenhuma localidade está a salvo dos incêndios. Hoje, agora mesmo, é a vez de Setúbal.

Varanda com vista para o incêndio


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Vale do Rossim

Há muitas pessoas que visitam a Serra da Estrela para ver neve e há algumas que o fazem, sobretudo, em dias de calor como os últimos, para ir à praia. Mais uma vez, por razões profissionais, descobri hoje um local fantástico que quero partilhar.
Vale do Rossim é uma lagoa que fica situada a 1300 metros de altitude no Parque Natural da Serra da Estrela. Quem pretende rumar a um local sossegado, de águas cristalinas e estar rodeado de natureza por todos os lados, encontra aqui um autêntico paraíso.
Não é por acaso que o local, partilhado pelos concelhos serranos de Gouveia, Seia e Manteigas, está entre os finalistas do concurso "7 Maravilhas – Praias de Portugal" inserido na categoria "praias de albufeiras e lagoas". Hoje não mergulhei, mas tenho a certeza de que irei voltar a Vale do Rossim para o fazer.



domingo, 15 de julho de 2012

Desterrado

Hoje o estágio também foi na Praia Fluvial da Senhora do Desterro, São Romão, Seia. O rio chama-se Alva.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Don't call me Junior

Harrison Ford faz hoje 70 anos. Se, por acaso, algum dos ilustres seguidores do Saudinha se cruzar com o senhor nos próximos dias dê-lhe, em meu nome, os "parabéns" porque "gosto muito de o ver trabalhar". Piada fraca, estão todos a pensar. Pois eu acho que não, quem vos garante que o nosso Joaquim de Almeida ou até a Daniela Ruah não são dois dos 17 leitores que passam em média, a cada 24 horas, aqui pelo estaminé e que não vão contracenar em breve com o novo septuagenário?
Independentemente da mensagem de felicitações chegar ao destinatário, gostaria de dizer duas ou três coisas sobre Harrison Ford.
Han Solo, Indiana Jones, Rick Deckard, John Book, Jack Ryan e Richard Kimble são personagens marcantes (e incontornáveis na história da Sétima Arte) interpretadas pelo actor norte-americano. Se falarmos de filmes, a lista de obras de referência cresce: "O Vigilante", "A Guerra das Estrelas", "Apocalypse Now", "O Império Contra-Ataca", "Os Salteadores da Arca Perdida", "Blade Runner", "O Regresso de Jedi", "A Testemunha", "Frenético", "Uma Mulher de Sucesso", "Indiana Jones e a Grande Cruzada", "Jogos de Poder" e "O Fugitivo" são filmes intemporais que gosto de rever cada vez que passam no canal Hollywood.
Apesar de ter feito muita merda nos últimos tempos - assim de repente vem-me à memória "Cowboys & Aliens" -, estes filmes ninguém lhos tira do currículo preenchido ao longo de mais de quatro décadas. Bastava até ter feito só três ou quatro destes para ser apontado como uma das estrelas de cinema incontornáveis do século XX.
Estes factos, por si só, garantem, na minha opinião, a entrada de Ford na galeria dos maiores entre os seus pares. Não quero com isto dizer que seja um dos melhores, considero-o um actor esforçado que nunca se preocupou muito em disfarçar as suas limitações. Ainda assim, aqui fica a minha singela homenagem a Harrison Ford, que completa hoje o seu 70.º aniversário.

A saga "Star Wars" não está no pódio das minhas preferências, mas o ano em que Ford fez de Han Solo (1977) coincide com o meu ano de nascimento, daí a minha escolha para a foto

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Épico


“Um Mundo Sem Fim”, de Ken Follett, é uma obra monumental de ficção histórica. Ao longo de mais de 1000 páginas, divididas em dois volumes, o autor levou-me numa viagem inesquecível até ao século XIV. A acção decorre em Kingsbridge, localidade em que acompanhamos as aventuras e desventuras de Caris, Merthin, Ralph e Gwenda, que, em crianças, assistem a um episódio que vai influenciar de forma decisiva o rumo das suas vidas.
Mais uma vez, o escritor galês comprova os dotes de exímio contador de histórias. Apesar da dimensão da obra, é impossível deixá-la a meio. Follett é um mestre na forma como constrói ambientes e cria personagens. No meio de torrentes de adversidades – a Peste Negra era o flagelo da época – torcemos por quem gostamos e odiamos (o termo não é exagerado) os que são desprezíveis. Jogo de poder, conspirações, vinganças, tudo tem o seu espaço nesta epopeia medieval cuja acção decorre dois séculos depois de “Os Pilares da Terra”.
Tal como aconteceu com “Os Pilares…”, soube recentemente que está a ser produzida uma adaptação para televisão de “Um Mundo Sem Fim”. Michael Caton-Jones, realizador de “Rob Roy”, é o homem por detrás da câmara e o elenco é composto, entre outros, por Ben Chaplin, Cynthia Nixon e Miranda Richardson. Não sei o que é que vai sair daqui, mas, se alguma coisa não correr bem, a culpa não será, certamente, da matéria-prima dada por Ken Follett.

Poster da série

Na Galp

Hoje na bomba de gasolina:
Voz feminina ao altifalante: Ricardo (não era eu), traz-me chapas de lavagens. Acabaram-se as que tinha aqui.
Ricardo grita do exterior da loja: É que é já a seguir!
Resposta (ainda ao altifalante): Deixa-te mas é de armar em parvo e despacha-te!

quarta-feira, 11 de julho de 2012