sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Destroce #2

Sete meses depois, praticamente no mesmo local, alguém conseguiu fazer melhor do que este. Não acreditam, ora vejam...

Quase perfeito!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Acção


"SKYFALL" - Já está e recomendo.
Nunca Bond teve um adversário tão à altura.

"Encomenda Armadilhada" - É já a seguir...
2012 em cheio para Joseph Gordon-Levitt: "O Cavaleiro das Trevas Renasce", "Looper - Reflexo Assassino", "Encomenda Armadilhada" e (só em Janeiro de 2013) "Lincoln".

Boas notícias


Em apenas uma hora, recebi esta manhã duas preciosas dicas para resolver todos os problemas que afligem a humanidade.

"Guerras, pobreza, calamidades, violência, injustiça, doenças e morte".
Eis a solução para todo o sofrimento.
Bem-hajam às senhoras simpáticas que me entregaram este panfleto.

"Amor, casamento, impotência sexual, insucessos, depressão, retorno imediato e definitivo de quem amar, harmonia matrimonial e fidelidade absoluta entre esposos".
Eis o caminho para a felicidade.
O Professor Ibrahim toca sempre duas vezes.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Os melhores de sempre


Eleger os melhores filmes de sempre é uma tarefa ingrata. Quer se trate de um top 10 ou 100 é impossível chegar a um consenso porque diferentes obras tocam-nos de forma distinta.
Para os amantes da Sétima Arte o IMDb (The Internet Movie Database) é uma referência incontornável. No século passado já seguia o site e consultava-o para qualquer informação que pretendia obter sobre filmes, realizadores, actores e todos os dados possíveis e imaginários sobre tudo e mais alguma coisa.
Uma das secções curiosas no site é o dos melhores 250 filmes de sempre, elaborado segundo as votações (de 0 a 10) de milhões de pessoas em todo o mundo que seguem o IMDb. No pódio da lista estão, desde que me recordo, "Os Condenados de Shawshank", de Frank Darabont e "O Padrinho", "O Padrinho: parte II", ambos de Francis Ford Coppola.

Acabei de descobrir um vídeo, criado por Jonathan Keogh, que nos permite viajar, em apenas dois minutos e meio, pelos filmes que compõem o top 250 do IMDb (+53, informa o autor). Não faltam imagens marcantes. Vale (mesmo) a pena ver.



segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Guloso


As farófias chamam por mim :)

Gosling/Clooney


Stephen Meyers (Ryan Gosling): You can lie, you can cheat, you can start a war, you can bankrupt the country, but you can't fuck the interns. They get you for that

Estreou há quase um ano no nosso país, mas só agora o vi. Numa altura em que se aproximam as eleições presidenciais nos Estados Unidos, "Nos Idos de Março", realizado por George Clooney, é um filme interessantíssimo sobre os meandros de uma campanha do Partido Democrata nas primárias no Ohio.
Um argumento inteligente e acutilante, um elenco de luxo, liderado por Ryan Gosling, que veste a pele de um ambicioso assessor de imprensa, são apenas duas das fortes razões pelas quais recomendo esta obra produzida no ano passado.
Gosling, que teve em 2011 um ano extraordinário, ao participar em "Drive" e "Amor, Estúpido e Louco", é irrepreensível em "Nos Idos de Março". Para tal também muito contribui o fabuloso lote de actores secundários: George Clooney, Philip Seymour Hoffman, Paul Giamatti, Evan Rachel Wood, Marisa Tomei e Jennifer Ehle. Todos, sem excepção, são marcantes e têm espaço para brilhar (mérito aos argumentistas), por mais curta que seja a sua participação, nos 100 minutos do filme.
George Clooney, protagonista dos excelentes "Nas Nuvens" (2009) e "Os Descendentes" (2011), volta com "Nos Idos de Março" a confirmar o talento já antes evidenciado como argumentista e realizador em "Boa Noite, e Boa Sorte" (2005).

domingo, 28 de outubro de 2012

Aquele momento...


...em que encontro uma pessoa que já não via desde meados da década de 90 e com a qual não voltei a ter qualquer contacto.
Mais engraçado ainda se essa pessoa é uma ex-namorada e se senta na fila da frente acompanhada não de um, nem de dois, mas de três filhos.

Tudo aconteceu durante o espectáculo comemorativo do 30.º aniversário da Academia de Dança Contemporânea de Setúbal, no Fórum Municipal Luísa Todi.

Ah, já me esquecia, foi um belo espectáculo

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Nham, nham

Hoje estreei-me na "Empadaria do Chef".
O difícil é mesmo escolher qual das oito sugestões do Chef José Avillez provar.
Optei pela de vitela, espinafres e bacon. Estava do outro canal!

Uma meia lua tenrinha regada com molho de cogumelos

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

À espera do terceiro


Que pena ainda não ter sido editado o último livro da trilogia ("O Século") de Ken Follett. Parece que só será em 2014...

Deram-me tanto gozo ler que estes dois já eram

terça-feira, 23 de outubro de 2012

O Cid tem muitos poderes


Aviso: se se cruzarem com o pequeno Cid, deixem-no em paz!


Aposto que este miúdo, que na realidade se chama Pierce Gagnon, arrumava, com apenas um berro, o Chuck Norris, o Steven Seagal e o Arnold Schwarzenegger.
Duvidam? Então, quem não viu, vá ver isto...

Parabéns Jaquim


Caderneta de cromos: Rashidi Yekini faria hoje 49 anos

Por ocasião da morte prematura de Rashidi Yekini, a 4 de Maio de 2012, já aqui escrevi sobre o jogador nigeriano que vestiu, durante várias épocas na década de 90, a camisola do Vitória de Setúbal.
São inúmeras as recordações que guardo do "Jaquim", como era carinhosamente chamado pelos adeptos sadinos. Como nunca tive, por razões óbvias, a oportunidade de ver em acção o Vitória dos anos 60 e 70, considero que Yekini fez parte de uma das equipas que melhores momentos proporcionou aos vitorianos. Sinto-me um privilegiado por ter tido a sorte de presenciar alguns desses momentos.
Um dos mais memoráveis foi vivido à distância, pela televisão, numa altura em que o jogador não envergava a camisola do clube. No Mundial dos Estados Unidos, em 1994, na partida de estreia da Nigéria (triunfo 3-0 sobre a Bulgária), o avançado inaugurou o marcador e festejou de forma inesquecível agarrado às redes da baliza da selecção europeia, que terminou a prova na 4.ª posição.
É apenas uma das muitas imagens que guardo de Yekini. Aqui fica a minha homenagem.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Nunca é tarde


Há livros e filmes que são obrigatórios.
Há muitos livros e filmes que, por qualquer motivo, nunca li nem vi.
Se há tempo para colocar a escrita em dia, também se arranja para pôr a leitura e filmografia. Foi isso que fiz.
Tive há pouco contacto com duas obras emblemáticas: o romance "Esteiros", de Soeiro Pereira Gomes (publicado em 1941) e o filme de culto, de 1985, "O Clube", escrito e realizado por John Hughes.
É verdade, só agora!

"Um homem não chora, nem que rebente", Gineto

John Bender: "Being bad feels pretty good, huh?"

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

No ginásio


Senhor mais ou menos revoltado: - Somos mesmo malucos. Depois de um dia de trabalho vimos para aqui para dar ainda mais ao cabedal.
Yes man: - Pois é, e pagamos para isso...
Senhor mais ou menos revoltado: - Quem devia estar aqui eram os gajos da Troika e o Passos Coelho. Ao menos, enquanto aqui estavam, não faziam mal a ninguém.
Yes man: - Pois era.

Segundos depois, ligeira mudança de assunto:

Senhor mais ou menos revoltado: - Lá em casa já nem vejo as notícias na televisão. Os jornalistas não sabem falar de mais nada a não ser de coisas tristes.
Yes man: - É verdade. Até parece que gostam de ajudar à festa.
Senhor mais ou menos revoltado: - Não me digas nada. Agora até prefiro juntar-me à minha mulher e ver novelas.
Yes man: - Pois.

Melancolia


A interpretação de Kirsten Dunst valeu-lhe a Palma de Ouro em Cannes

"Ondas de Paixão" foi o primeiro filme que vi de Lars Von Trier. Já lá vão uns 15 anos! Daí para cá tenho acompanhado as obras do realizador dinamarquês que é mestre na arte da provocação. "Dancer in the Dark", "Dogville" e "Anticristo" têm o condão de ser igualmente intrigantes e incómodas (sobretudo este último).
Ao contrário das quatro obras mencionadas, que foram todas vistas numa sala de cinema, assisti agora em casa o último dos filmes do realizador: "Melancolia", protagonizado por Kirsten Dunst e Charlotte Gainsbourg. Nada mudou. Passado algum tempo continuo com várias imagens do filme bem presentes (não, não me estou a referir à nudez da actriz que em "Homem-Aranha" dá vida a Mary Jane Watson).
Tenho dificuldade em dizer se gostei de "Melancolia", que acompanha duas irmãs numa altura em que um misterioso planeta ameaça colidir com a nossa Terra. Nalguns momentos trata-se de um poema visual. As imagens do início são fabulosas e fizeram-me lembrar a beleza das imagens do prólogo de "Anticristo" (já aqui escrevi sobre este filme).
Para o ano estreia a mais recente obra de Lars Von Trier. Aposto que, para não variar, o filme será tudo menos consensual. O título promete: "Ninfomaníaca". A inglesa Charlotte Gainsbourg volta a ser protagonista e acompanhá-la estarão Stellan Skarsgard, Willem Dafoe e, imagine-se, Shia LaBeouf, Jamie Bell e Christian Slater.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Hamami


Apesar de não ter o brilhantismo do seu antecessor, "Taken - A Vingança" é um filme de acção que cumpre o seu propósito de entretenimento. O facto de ter sido rodado em Istambul é um bónus, uma vez que estive lá o ano passado (aqui está um cheirinho dessa viagem).
Além dos minaretes, do Bósforo, do trânsito caótico, do Grande Bazar e de muitas outras imagens que retenho da cidade, guardo na memória experiências inéditas em espaços únicos. Um desses momentos foi vivido no Hamami Cemberlitas, local histórico de Istambul em que fiz um banho (literalmente) turco.
Relembro este episódio por o clímax de Taken 2 ter lugar no belíssimo Hamami de Cemberlitas. As imagens que surgem no écrã não fazem jus ao magnífico edifício parcialmente revestido a pedra mármore e com uma cúpula de dimensão generosa com dezenas de orifícios (pequenas janelas redondas) que permitem um jogo de luz espectacular entre os vapores que circulam no Hamami.
No filme, Liam Neeson desanca em tudo o que mexe e acaba por matar o vilão - protagonizado pelo croata Rade Serbedzija, que foi no mês passado homenageado pelo Festroia - no preciso local em que fui trucidado por um turco de quase dois metros e, calculo, 130 quilos, chamado Yunus (massagista que me calhou em sorte no Hamami).
Como é óbvio, não recolhi imagens no banho turco, uma vez que, como manda a tradição, só pude lá entrar com uma toalha enrolada à cintura. Antes do banho foi possível recolher algumas imagens. Ei-las.

A dar banho desde 1584

Os vestiários do Hamami Cemberlitas