domingo, 9 de dezembro de 2012
Hamburgueria do Bairro
Para os lados de São Bento, em Lisboa, fica a "Hamburgueria do Bairro". Os hamburgueres são deliciosos e para todos os gostos. Ainda antes de o provar já salivava de antecipação. Mesmo agora, ao olhar para a fotografia do dito cujo, engulo em seco.
Apesar do tamanho generoso, despachei o "hamburguer do Caco" (com o tradicional bolo/pão madeirense) - composto por 160 gramas de carne, rúcula, queijo brie, tomate frito e manteiga de alho - com uma mão cheia de trincadelas.
Hamburguer do Caco (1.º plano) e Camone (2.º)
O menu está na parede à vista de todos
Algumas das opções da "Hamburgueria do Bairro"
IVA do Passos Coelho
WC para quem está à rasquinha
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Uma Vida Melhor
This country is a land of dreams. It can be a hard place, a cruel place. But it's where I work, and I dream of a better place for my son
Eis um filme que deixei escapar nas salas de cinema e que só agora tive oportunidade ver. A realização é de Chris Weitz, que há 10 anos dirigiu "Era Uma Vez Um Rapaz", é competente, mas quem mais se destaca na obra produzida em 2011 é o actor mexicano Demián Bichir, que em 2008 vestiu a pele de Fidel Castro em "Che - Guerrilha" e "Che - O Argentino" de Steven Soderbergh.
Ao acompanharmos a história do imigrante mexicano ilegal, em Los Angeles, que faz tudo para dar ao seu filho as oportunidades que não teve, percebemos as razões que levaram a Academia a nomear Demián Bichir para o Oscar de melhor actor principal na última edição dos prémios.
Eis um filme que deixei escapar nas salas de cinema e que só agora tive oportunidade ver. A realização é de Chris Weitz, que há 10 anos dirigiu "Era Uma Vez Um Rapaz", é competente, mas quem mais se destaca na obra produzida em 2011 é o actor mexicano Demián Bichir, que em 2008 vestiu a pele de Fidel Castro em "Che - Guerrilha" e "Che - O Argentino" de Steven Soderbergh.
Ao acompanharmos a história do imigrante mexicano ilegal, em Los Angeles, que faz tudo para dar ao seu filho as oportunidades que não teve, percebemos as razões que levaram a Academia a nomear Demián Bichir para o Oscar de melhor actor principal na última edição dos prémios.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Argo fuck yourself
Ben Affleck protagoniza, realiza e produz "Argo"
Quando se fala em Ben Affleck lembro-me de imediato do momento em que, ao lado do amigo Matt Damon, recebeu, em 1998 (com 25 anos), o Oscar de melhor argumento original por "O Bom Rebelde".
Quando se fala em Ben Affleck lembro-me de alguns filmes de qualidade duvidosa (estou a ser simpático) que protagonizou. O ano de 2003 comprova amplamente esse facto. Foi Daredevil em "Demolidor - O Homem Sem Medo" e contracenou com Jennifer Lopez em "Gigli" (não vi, mas quem o fez diz que é mesmo bera). Antes de terminar 2003, Affleck ainda participou em - o título diz tudo sobre um annus horribilis - "Pago para Esquecer" (não duvido).
Felizmente, em tempos mais recentes, Ben Affleck mostrou que depois da tempestade pode, de facto, surgir a bonança. Em 2007 e 2010, respectivamente, foi responsável pelo argumento e realização de dois filmes de que muito gostei: "Vista pela Última Vez..." e "A Cidade".
O talento de Ben Affleck, que durante vários anos pareceu irremediavelmente perdido, renasceu e assume agora o papel de criador talentoso. "Argo" é o nome do seu mais recente filme. Está actualmente em cartaz e não hesito em recomendá-lo.
Baseado em factos verídicos, ocorridos em 1979, o filme começa com a invasão da Embaixada dos Estados Unidos em Teerão por militares iranianos que o fazem por retaliação ao apoio norte-americano ao recém-deposto Xá. Seis pessoas conseguem escapar à captura. Durante quase duas horas assistimos à elaboração de um plano inesperado - entrar no Irão como uma equipa de filmagens canadiana - que tem como objectivo retirar os diplomatas sãos e salvos do país.
Ben Affleck protagoniza, realiza e produz "Argo" e, tal como aconteceu em "A Cidade", é muito bom no desempenho das suas funções. Do elenco fazem também parte, entre outros, os excelentes Alan Arkin e John Goodman. A banda sonora é de Alexandre Desplat e a fotografia está a cargo de Rodrigo Prieto, habitual colaborador de Alejandro González Iñárritu.
sábado, 1 de dezembro de 2012
O fim de 1Q84
Descobri Haruki Murakami há menos de um ano. Daí para cá li algumas das suas obras com renovado interesse. Como é natural, gostei mais de uns livros do que outros. Depois de terminar "1Q84", a trilogia entra directamente para o topo das minhas obras preferidas do autor japonês.
Ler o terceiro volume de "1Q84" não me causou "espasmos" (esta é uma uma private para um dos leitores do Saudinha), mas deu-me um grande prazer. Porquê? Tenho dificuldade em explicar. Só sei que todos os dias, nas últimas semanas, tinha de pegar no livro para - qual voyeur - saber qual o desenlace da história de Aomame e Tengo no alternativo mundo de 1Q84.
No fim, o sentimento é de gratidão. Fico grato por ter embarcado numa viagem extraordinária, que é escrita de forma habilidosa por um homem talentoso. Com ou sem Prémio Nobel, Haruki Murakami é merecedor de todos os elogios por se tratar de um mestre das palavras e nas personagens marcantes que cria e que acompanhamos, a cada virar de página, com redobrada atenção. No terceiro volume, além das versões modernas de Romeu e Julieta de "1Q84" - Tengo e Aomame - há Ushikawa, um detective privado sui generis.
USHIKAWA
Posso ser um insecto, triste e imundo, pensou Ushikawa, um verme daqueles que vivem por baixo das rochas, na terra húmida. Pois, que seja: sou o primeiro a admiti-lo. Mas sou um verme infatigável, talentoso, paciente e tenaz. Não desisto facilmente. Uma vez que deite a mão a uma pista, vou atrás dela até ao fim, custe o que custar...
Página 339
TENGO
Tengo mal podia acreditar naquilo: que neste mundo frenético, labiríntico, o coração de duas pessoas - o de um rapaz e o de uma rapariga - pudessem estar ligados, imutavelmente, pese embora não se terem encontrado durante vinte anos.
Página 468
AOMAME
- Nunca mais nos separaremos - afirmou Aomame. - Isso é uma certeza absoluta. Nunca mais largaremos as mãos.
Página 494
Manter a tradição
Missão cumprida. Duas horas depois, a árvore de Natal está montada, iluminada, enfeitada. Pela casa há mais uma série de objectos que lembram a cada canto que a quadra festiva teve início.
Tal como há um ano, o dia 1 de Dezembro, também conhecido por assinalar a Restauração da Indepêndencia, abre oficialmente a época natalícia cá em casa.
Lá diz o ditado: o Natal é quando o homem, ou melhor, a mulher quiser. Apesar do trabalho e da paciência necessários no desempenho da tarefa, o resultado final - e o brilhozinho nos olhos - compensa amplamente o tempo dedicado.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Performances de sonho
Por mais merda que tenham feito antes, ou venham a fazer no resto das suas vidas profissionais, existem actores que respeitarei sempre pelo facto de terem tido, em minha opinião, uma única interpretação genial nas suas carreiras.
A sorte de se cruzarem com o argumentista, realizador e colegas de profissão certos num momento concreto pode elevá-los a um nível que muitos, por mais mediáticos e por mais milhões de dólares que ganhem, jamais alcançarão.
Sem ter de pensar muito, ocorrem-me três nomes que incluo, sem hesitar, nesta categoria: F. Murray Abraham, Jared Leto e Adrien Brody.
Nestes casos, bastou-me vê-los em acção em "Amadeus" (1984), "Requiem for a Dream - A Vida Não é Um Sonho" (2000) e "O Pianista" (2002), respectivamente, para entrarem diretamente para a minha galeria de desempenhos inesquecíveis da história do cinema.
F. Murray Abraham dá vida a Antonio Salieri em "Amadeus", de Milos Forman
Jared "30 Seconds to Mars" Leto é Harry Goldfarb em "Requiem For a Dream", de Darren Aronofski
Adrien Brody dá muito mais do que vida a Wladyslaw Szpilman em "O Pianista", de Roman Polanski
terça-feira, 27 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Não é "Uma Morte Súbita" qualquer
Recebi hoje o prémio da Editorial Presença :)
Acabadinho de chegar
Edição numerada...
...e autografada por J.K. Rowling...
...com o respectivo selo de autenticidade
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
7 é o meu número da sorte
Venho por este meio agradecer a todos os que votaram na minha frase, via Facebook, no passatempo "Uma Morte Súbita", da Editorial Presença.
Os 34 votos recebidos permitiram-me ficar num honroso 7.º lugar, ou seja, o número 7 da edição portuguesa do livro de J.K. Rowling virá para a estante cá de casa.
Como ficar em 7.º é melhor do que ficar em 8.º - foi, como podem ver na imagem em baixo, apenas por um voto que tal foi possível - reitero, a cada um dos meus amigos, o meu obrigado.
Quero também dar os parabéns aos 9 concorrentes com os quais medi forças nesta votação. Independentemente da posição em que cada um ficou, uma coisa é certa, nem todos se podem gabar de ter um exemplar autografado por uma das maiores autoras de best sellers de sempre.
Urnas encerradas. Eis os resultados finais
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
A hora da verdade
Toca a votar ;)
Leitores do Saudinha,
Chegou o momento da verdade.
Ganhar ou não ganhar 150 euros em livros, eis a questão.
Como avancei no post anterior, fui contemplado com um dos primeiros 10 exemplares de "Uma Morte Súbita", de JK Rowling, famosa criadora da saga de Harry Potter.
O prémio poderá não ficar por aqui, uma vez que os autores das três frases mais votadas - a eleição decorre até 20 de Novembro - receberão 150, 75 e 40 euros, respectivamente, em livros.
É, de facto, uma prenda apetecível. Tão apetecível que até já tenho os dedos com tremeliques só de pensar nas milhares de páginas (à borla) que poderei ter à minha disposição.
Ciente de que só poderei ganhar com o vosso contributo, decidi, caso ganhe o primeiro ou segundo prémio, oferecer a um de vocês um exemplar do livro que me trouxe até aqui ou, se preferirem, outro de igual valor (cerca de 20 euros).
Como não sou político - o mais perto que tive desse cargo foi ser delegado de turma no secundário - posso prometer, com a certeza de que irei cumprir, que um livro irá parar às mãos de um de vós.
Para me ajudarem a ganhar o prémio e terem a possibilidade de ganhar também, basta clicar AQUI e dar estes pequenos passos:
- Clicar em "conheça os candidatos e vote já!";
- Surgem as 10 frases e respectivos autores (eu - Ricardo Pereira - sou o 4.º);
- Clicam na minha frase (não é preciso ler as outras, esta é mesmo a melhor de todas) e aceitam a aplicação;
- Finalmente, votam e, se o entenderem (isso é que era bom), partilham.
Terminado o porcesso, vamos todos fazer figas e desejar que muitos dos amigos dos outros 10 finalistas estejam com a net em baixo por estes dias. Pode ser que com uma dúzia de votos (o meu, da minha mãe, dos meus irmãos, dos meus vizinhos e o teu, claro) consiga limpar o concurso. Eu ganho livros e um de vocês ganha um. Quem é amigo, quem é?
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Yes We Can
Acabei de receber o seguinte mail da Editorial Presença:
"Parabéns! Foi um dos vencedores do Grande Passatempo "Uma Morte Súbita", o que significa que um dos livros já é seu".
Não é apenas a nova obra de J.K. Rowling. Trata-se de um livro numerado e autografado pela criadora de Harry Potter!
Mas o prémio poderá não ficar por aqui. Sou capaz de vir a precisar de um empurrão dos leitores do Saudinha. No fundo, será tudo uma questão de "likes".
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Assombroso
Rick, Glenn e Daryl bem podem correr
Quem passa habitualmente aqui pelo estaminé sabe que sou fã incondicional de "The Walkind Dead". Nunca pensei que fosse possível, mas a realidade é que a terceira temporada está a ser ainda melhor do que as anteriores.
Acabei de ver o 4.º episódio (Killer Within) e estou que nem posso. Os argumentistas da série perderam definitivamente a cabeça: matar um elemento do grupo é uma coisa, mas dois?! Haja coragem! A emoção está ao rubro. Apesar das baixas - estejam descansados que não vou dizer quem são -, os fãs agradecem.
Espantoso, comovente, estupendo são adjectivos que podemos utilizar para classificar o último episódio. Que pena só já estarem mais seis previstos para esta temporada. Pensando bem, se calhar é melhor, caso contrário, no final, os zombies ganhariam.
sábado, 10 de novembro de 2012
Cinco capas
Estamos a pouco mais de um mês (13 de Dezembro é o dia) da estreia de "O Hobbit: Uma Viagem Inesperada". Não é que esteja a contar os dias que faltam para que o mais recente filme de Peter Jackson chegue às nossas salas de cinema. Não, nada disso! A questão é que, de vez em quando, deparo-me com alguns objectos que me trazem à memória o filme.
O mais recente foi a edição original da "Empire" de Dezembro. Uma capa espectacular, com uns efeitos especiais bem catitas, que me deu uma vontade danada de a adquirir. Ora vejam lá...
O preço de 9,40 euros refreou o meu impulso de a comprar e aguentei-me à bronca. Claro que antes de devolver a revista ao expositor dei uma olhadela ao dossier de perto de 30 páginas sobre a produção do filme.
Na loja apenas havia a de Gandalf (que me deixou rendido), mas, ao ver na capa o anúncio de que existe uma mão cheia de alternativas - "5 covers to rule them all!" -, fiz uma pesquisa para vê-las todas. Aqui estão elas. Há para todos os gostos, mas confesso que a de Galadriel toca-me de forma especial.
Bom, bom era a edição nacional da "Empire" fazer no próximo mês uma brincadeira semelhante.
Como tudo começou
Edição do Círculo de Leitores adquirida numa feira de livros usados
"O Estilete Assassino" - "Eye of the Needle" no original - foi o primeiro best seller de Ken Follett. Foi com esta obra, escrita para pagar o arranjo do seu carro, que o autor descobriu, em finais da década de 70, que poderia viver da escrita.
Os lucros conseguidos com o livro, incluindo a adaptação ao cinema, em 1981 (Donald Sutherland veste a pele do protagonista Faber), permitiram a Follett deixar o emprego de jornalista.
Pelo que li até agora do escritor galês, não hesito em afirmar que tomou a decisão certa.
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