quinta-feira, 29 de outubro de 2009

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Para todos os gostos


Ontem tivemos...

Os iranianos Golbang deram-nos ontem à noite música no Salão Nobre dos Paços do Concelho. Santour, daf, tar, bamtar, dayereh, ney, kamancheh e tombak foram os instrumentos tradicionais que nos tocaram... a alma. (Foto: C.M.S.)


Amanhã vamos ter...

É para o menino e para a menina! Com estas imagens ninguém (eles e elas) quer saber que seja um filme de acção com Bruce Willis.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

District 9


Vi ontem um filme que me deixou intrigado e não me sai da cabeça. Ao contrário do que se possa pensar, não é todos os dias que isso acontece.
"District 9" não tem um único actor conhecido, o realizador (Neill BlomKamp) é natural da África do Sul e a história, que envolve humanos e extra-terrestres, não se desenrola - para variar - em Nova Iorque, Los Angeles ou Chicago, mas em Joanesburgo.
O filme, que tem como produtor o senhor (dos anéis) Peter Jackson, não é aconselhado a estômagos sensíveis. A estória é, sobretudo, de intolerância, a forma como os alienígenas são colocados em guetos remete-nos de imediato para a noção de apartheid que aprendemos nos livros de História.
A última vez que tive semelhante sensação de desconforto foi ao assistir a "The Mist - O Nevoeiro". Sempre que somos confrontados com fenómenos inexplicáveis revelamos o que de pior (e melhor) há em nós. Isso aconteceria com qualquer pessoa e, por essa razão, indentificamo-nos com os protagonistas por mais absurdos que os seus actos nos possam parecer enquanto estamos confortavelmente sentados no sofá ou numa cadeira da sala de cinema.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

(Também) já uso óculos!

Ainda me recordo da repreensão que levei em criança da minha mãe quando comentei: "Gostava de usar óculos, deve ser muito fixe". Explicou-me que (quase todas) as pessoas que os usam fazem-no por necessidade e não porque "dá estilo" e que todos os que, como eu, não os tinham de usar eram uns privilegiados.
Na adolescência e já na idade adulta constatei, mais uma vez, que a minha mãe tinha toda a razão. Nunca tive de me preocupar com situações em que os óculos se tornam um embaraço: jogar futebol, nos dias de chuva, ao limpar as lentes e até ao abrir a máquina de lavar louça e ficar com as lentes embaciadas. Até hoje...
O exame periódico da medicina no trabalho alertou-me para o que, há uns tempos a esta parte, se tornava evidente: já não estava a ver como sempre vi.
O alarme soou de tal maneira que 48 horas depois de ser examinado decidi consultar especialistas. Não é nada de alarmante, sendo inclusivamente uma patologia natural para quem, como eu, passa tantas horas em frente ao computador.
Agora, sempre que conduzir (de noite), ler, vir televisão e for ao cinema tenho que estar munido dos meus inseparáveis amigos. Confesso que não me faz qualquer espécie. Há instantes uma colega de trabalho disse-me "que estava com um ar muito intelectual". Estranhamente não levei a mal o comentário, senti-o como um elogio.
Com o meu Tenente (já baptizei os óculos), vou poder continuar a passear com a minha co-piloto de eleição ao lado, sorver ziliões de palavras das páginas dos livros e descobrir verdadeiras pérolas entre os milhares de séries e filmes que planeio ver.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Charlot com Almodóvar

Hoje, dia 6 de Outubro, assinalam-se muitas datas no País: Amália morreu há 10 anos, a SIC nasceu há 17 e (save the best for last) o Manel - futuro presidente da Ordem dos Médicos - completa mais um aniversário.
Para assinalar estas e todas as efemérides que nos apeteçam, ou não, decidimos que hoje é o dia de irmos ao Charlot pegar um cineminha. Em cartaz está a obra mais recente de Pedro Almodóvar, "Abraços Desfeitos", e eu vou lá estar. Quem quiser juntar-se ao trio de Magníficos que improvisou o reencontro está mais do que convidado para o programa. Basta estar às 21h10 à entrada do cinema (a sessão é às 21h30).