segunda-feira, 30 de julho de 2012

sábado, 28 de julho de 2012

Gajos dos jornais

Hoje de manhã:
- Bom dia. Gostaríamos de falar com o treinador para sabermos a constituição da equipa.
- É só um momento, vou avisar.
- Obrigado.
- (alto e em bom som) Ó ________ estão aqui uns gajos dos jornais para falar contigo.

Nota:
Na realidade, éramos três "gajos dos jornais", uma "gaja" de jornal e um "gajo" de uma agência de notícias.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Chiça!

A imaginação (será?) de alguns pais na hora de escolher os nomes dos seus descendentes não pára de me surpreender. Acabei de descobrir que algures neste país há um infeliz que se chama... Jetro Xenocrates Repsina.
É verídico!

O Presidiário

What we got here is... failure to communicate.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Urso

Nada como um urso politicamente incorrecto para animar a silly season.

Ted, Mark Wahlberg e Mila Kunis

domingo, 22 de julho de 2012

Fogo em Setúbal

Nenhuma localidade está a salvo dos incêndios. Hoje, agora mesmo, é a vez de Setúbal.

Varanda com vista para o incêndio


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Vale do Rossim

Há muitas pessoas que visitam a Serra da Estrela para ver neve e há algumas que o fazem, sobretudo, em dias de calor como os últimos, para ir à praia. Mais uma vez, por razões profissionais, descobri hoje um local fantástico que quero partilhar.
Vale do Rossim é uma lagoa que fica situada a 1300 metros de altitude no Parque Natural da Serra da Estrela. Quem pretende rumar a um local sossegado, de águas cristalinas e estar rodeado de natureza por todos os lados, encontra aqui um autêntico paraíso.
Não é por acaso que o local, partilhado pelos concelhos serranos de Gouveia, Seia e Manteigas, está entre os finalistas do concurso "7 Maravilhas – Praias de Portugal" inserido na categoria "praias de albufeiras e lagoas". Hoje não mergulhei, mas tenho a certeza de que irei voltar a Vale do Rossim para o fazer.



domingo, 15 de julho de 2012

Desterrado

Hoje o estágio também foi na Praia Fluvial da Senhora do Desterro, São Romão, Seia. O rio chama-se Alva.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Don't call me Junior

Harrison Ford faz hoje 70 anos. Se, por acaso, algum dos ilustres seguidores do Saudinha se cruzar com o senhor nos próximos dias dê-lhe, em meu nome, os "parabéns" porque "gosto muito de o ver trabalhar". Piada fraca, estão todos a pensar. Pois eu acho que não, quem vos garante que o nosso Joaquim de Almeida ou até a Daniela Ruah não são dois dos 17 leitores que passam em média, a cada 24 horas, aqui pelo estaminé e que não vão contracenar em breve com o novo septuagenário?
Independentemente da mensagem de felicitações chegar ao destinatário, gostaria de dizer duas ou três coisas sobre Harrison Ford.
Han Solo, Indiana Jones, Rick Deckard, John Book, Jack Ryan e Richard Kimble são personagens marcantes (e incontornáveis na história da Sétima Arte) interpretadas pelo actor norte-americano. Se falarmos de filmes, a lista de obras de referência cresce: "O Vigilante", "A Guerra das Estrelas", "Apocalypse Now", "O Império Contra-Ataca", "Os Salteadores da Arca Perdida", "Blade Runner", "O Regresso de Jedi", "A Testemunha", "Frenético", "Uma Mulher de Sucesso", "Indiana Jones e a Grande Cruzada", "Jogos de Poder" e "O Fugitivo" são filmes intemporais que gosto de rever cada vez que passam no canal Hollywood.
Apesar de ter feito muita merda nos últimos tempos - assim de repente vem-me à memória "Cowboys & Aliens" -, estes filmes ninguém lhos tira do currículo preenchido ao longo de mais de quatro décadas. Bastava até ter feito só três ou quatro destes para ser apontado como uma das estrelas de cinema incontornáveis do século XX.
Estes factos, por si só, garantem, na minha opinião, a entrada de Ford na galeria dos maiores entre os seus pares. Não quero com isto dizer que seja um dos melhores, considero-o um actor esforçado que nunca se preocupou muito em disfarçar as suas limitações. Ainda assim, aqui fica a minha singela homenagem a Harrison Ford, que completa hoje o seu 70.º aniversário.

A saga "Star Wars" não está no pódio das minhas preferências, mas o ano em que Ford fez de Han Solo (1977) coincide com o meu ano de nascimento, daí a minha escolha para a foto

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Épico


“Um Mundo Sem Fim”, de Ken Follett, é uma obra monumental de ficção histórica. Ao longo de mais de 1000 páginas, divididas em dois volumes, o autor levou-me numa viagem inesquecível até ao século XIV. A acção decorre em Kingsbridge, localidade em que acompanhamos as aventuras e desventuras de Caris, Merthin, Ralph e Gwenda, que, em crianças, assistem a um episódio que vai influenciar de forma decisiva o rumo das suas vidas.
Mais uma vez, o escritor galês comprova os dotes de exímio contador de histórias. Apesar da dimensão da obra, é impossível deixá-la a meio. Follett é um mestre na forma como constrói ambientes e cria personagens. No meio de torrentes de adversidades – a Peste Negra era o flagelo da época – torcemos por quem gostamos e odiamos (o termo não é exagerado) os que são desprezíveis. Jogo de poder, conspirações, vinganças, tudo tem o seu espaço nesta epopeia medieval cuja acção decorre dois séculos depois de “Os Pilares da Terra”.
Tal como aconteceu com “Os Pilares…”, soube recentemente que está a ser produzida uma adaptação para televisão de “Um Mundo Sem Fim”. Michael Caton-Jones, realizador de “Rob Roy”, é o homem por detrás da câmara e o elenco é composto, entre outros, por Ben Chaplin, Cynthia Nixon e Miranda Richardson. Não sei o que é que vai sair daqui, mas, se alguma coisa não correr bem, a culpa não será, certamente, da matéria-prima dada por Ken Follett.

Poster da série

Na Galp

Hoje na bomba de gasolina:
Voz feminina ao altifalante: Ricardo (não era eu), traz-me chapas de lavagens. Acabaram-se as que tinha aqui.
Ricardo grita do exterior da loja: É que é já a seguir!
Resposta (ainda ao altifalante): Deixa-te mas é de armar em parvo e despacha-te!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Smile :)

Já não é uma ideia original, mas que é uma excelente iniciativa, lá isso é!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Paris

Confesso: sempre tive um preconceito com a França e os franceses. As nossas derrotas no futebol com a selecção de Zidane e companhia contribuíram para o agudizar do sentimento. Algumas experiências na minha infância e adolescência com luso-franceses armados ao pingarelho, que vinham de vacances à aldeia dos meus avós, também ajudaram a não ver os franciús com bons olhos.
Depois havia também a opinião de alguns amigos e conhecidos que me falavam das suas más experiências por terras gaulesas. "O problema da França é estar cheia de franceses", "são antipáticos" e "Paris é uma cidade suja, insegura e com desigualdades sociais enormes". Estes eram apenas alguns dos comentários que ouvia de algumas pessoas que já lá tinham estado.
Com um panorama tão negativo, por que razão escolheria Paris para visitar quando há ainda tanta capital europeia para descobrir? Dois motivos: em primeiro lugar porque, apesar de serem uma minoria, conheço algumas pessoas que não concordam nada com os detractores e que adoram Paris. Depois porque este sempre foi uma dos destinos preferido da K. Achei que esta era a altura certa e, por isso, lá fomos nós.

Em Paris caíram por terra todos os preconceitos que tinha em relação aos franceses: achei-os muito simpáticos, educados (ouvi mais vezes durante cinco dias "je suis desolé" e "pardon" por encostos involuntários no metro do que os seus correspondentes em dois meses em Portugal). Não achei a cidade mais suja, insegura nem com desigualdades sociais diferentes de Lisboa ou Londres.
Não tenho a pretensão de falar com a propriedade de quem conhece bem Paris. Afinal, foram apenas cinco dias. Visitei as principais atracções turísticas, mas também andei em transportes públicos, por vezes, com destino a zonas periféricas da cidade. Caminhámos quilómetros e quilómetros nas ruas - algumas nada turísticas - e nem por uma vez, mesmo de noite, nos sentimos ameaçados.
Fomos a todas as atracções que qualquer um dos milhões de turistas que visitam anualmente a cidade não perde. Sim, vimos a "Mona Lisa" (como sempre ouvi que era minúscula, achei-a maior do que estava à espera), pousámos para as fotos da praxe junto à pirâmide do Louvre e da Torre Eiffel), subimos ao Sacré Coeur e ao Arco do Triunfo.
Há guias que estabelecem o top ten de locais imperdíveis. Tenho dificuldade em estabelecer o meu. Não consigo dizer se gostei mais do Centro Georges Pompidou se do Museu d'Orsay, se me deliciei mais com os bolos ou com os crepes, ou se preferi Notre Dame ou o Sacré Coeur. Senti um arrepio ao vislumbrar os vitrais na Sainte-Chapelle e ao percorrer os corredores do Museu do Exército nos Invalides, mas são locais impossíveis de comparar.
A visita a Versailles também foi marcante. O projecto é ofensivo de tão megalómano e, em simultâneo, dependendo da perspectiva, genial. Os monarcas estavam mesmo a pedir que o povo faminto de então se sublevasse e desse uma de rainha de copas! Ter a oportunidade de presenciar a histórica exposição de Joana Vasconcelos no local foi uma feliz coincidência. Entrar na Galeria dos Espelhos e na das Batalhas e encontrar obras emblemáticas da artista foi uma experiência inesquecível.
Tal como Nova Iorque, Paris é para mim uma cidade com fortes ligações à Sétima Arte. Fizemos questão de visitar o edifício de autoria de Frank Gehry que é a casa da Cinemateca Francesa. Vi no seu interior o autómato de "A Invenção de Hugo" e a cabeça de Mrs. Bates de Psycho, gentilmente oferecidos por Scorsese e Hitchcock, respectivamente.
Cinema em Paris é também sinónimo de Amélie Poulain. Na Rua Lepic entrámos no "Cafe des 2 Moulins", um dos principais cenários do filme de Jean-Pierre Jeunet. Vimos turistas (como nós), não vimos Audrey "Amélie" Tautou. No Moulin Rouge também não vi Nicole "Satine" Kidman, mas, ainda assim, valeu muito a pena descobrir as ruas (umas à pinha, outras desertas) de Montmartre.

Em Paris aprendi uma lição que, em teoria, é demasiado óbvia: ter preconceito, fundamentado na opinião de terceiros, é um erro. Não é caso para dizer, a partir de agora, Paris je t'aime, mas sim à bientôt.

Tudo ajudou, mas nada foi mais valioso do que o Paris Museum Pass

Um dos relógios do Museu d'Orsay

O Pensador, Museu Rodin

Depois digam que não viram o sinal!

Toma lá para não te armares em esperto! (Campos Elíseos)

Estação de metro

Quem avisa...

Em homenagem ao meu amigo Manel

Simbiose artística

Instalação no Centro Georges Pompidou

McDonald's parisiense

Um por dia não sabem o bem que fazia!

O verdadeiro artista de Montmartre

Wc no Cafe des 2 Moulins de Amélie Poulain

Pormenor na livraria Shakespeare and Company

Pormenor (2) na livraria Shakespeare and Company

Que pena não ter apanhado um concerto do Tony Carreira

Eu, Versailles e Joana Vasconcelos

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Contracepção francesa

Em Montmartre estão o Sacré Coeur, o Moulin Rouge, o Café des 2 "Amélie" Moulins e muitas outras atracções. Foi também neste bairro boémio, conhecido pela animada vida nocturna e outrora poiso de artistas e intelectuais, que encontrei uma infindável colecção de preservativos muito engraçados.






segunda-feira, 2 de julho de 2012