quinta-feira, 31 de maio de 2012

As minhas sobrinhas

A Beatriz fez um desenho na escola para a prima Matilde

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A Queda dos Gigantes

Literatura e História de mãos dadas numa obra extraordinária

"A Queda dos Gigantes", primeiro livro da trilogia "O Século", é uma obra colossal e ambiciosa do britânico Ken Follett.
Ao longo de mais de 900 páginas acompanhamos o percurso de cinco famílias (americana, alemã, inglesa, russa e galesa) entre 1911 e 1924. Durante quase 13 anos os membros dessas famílias são, ao lado de personagens verídicas, intervenientes directos nalguns dos principais eventos da História mundial, como são os casos da Primeira Grande Guerra e da Revolução Russa.
Depois de me ter rendido ao thriller "O Terceiro Gémeo", Ken Follett, autor de "Os Pilares da Terra" (que ainda não li), voltou a conquistar-me. "A Queda de Gigantes" entra directamente para a lista de obras-primas que já tive oportunidade de ler. A boa notícia é que a história não terminou. Por publicar estão o segundo ("O Inverno do Mundo", a 18 de Setembro) e terceiro (previsto para 2013) volumes da trilogia do Século XX. Yay!

domingo, 27 de maio de 2012

Mourinho e os turcos

Mourinho vende casas na Turquia

Ao ler recentemente no jornal Record que José Mourinho cobrou 1 milhão de euros a uma imobiliária turca para ser o rosto de uma campanha publicitária, lembrei-me da viagem que fiz a Istambul há menos de um ano.
A pergunta que mais ouvimos nas ruas da capital turca - não precisamos de andar com máquinas fotográficas penduradas ao pescoço para sermos indentificados como turistas - é "where you from?". Depois de saberem que a origem é Portugal o comentário que mais se ouve é: "José Mourinho".
Todos sabemos que existem pessoas que associam, de imediato, países a figuras do desporto e, em particular, do futebol. Para infelicidade da História e Cultura das nações do mundo, seria ingenuidade pensar que o comum dos turcos associasse Portugal a José Saramago ou Vasco da Gama, assim como poucos portugueses associarão a Turquia a Orhan Pamuk ou Atatürk.
O que me surpreendeu foi o facto de o nome de Cristiano Ronaldo, que obviamente era quase sempre mencionado, tal como o de Figo ou Eusébio, virem sempre a seguir ao do treinador do Real Madrid. Todos concordam que tanto José Mourinho como Cristiano Ronaldo estão entre os melhores de sempre no desempenho das suas funções, pelo que é natural que, mesmo aqueles que são indiferentes ao futebol, os reconheçam entre as figuras mais destacadas do desporto mundial.
Em Istambul, onde CR7 causou euforia na inaguração de um centro comercial de luxo na Istiklâl Caddesi, principal artéria do histórico bairro de Beyoglu, vive-se uma paixão desenfreada por futebol. A comprová-lo estão os bazares, as ruas e as janelas decoradas com as cores dos principais clubes da cidade: Fenerbahçe, Galatasaray e Besiktas (a ordem reflecte a popularidade de cada um dos emblemas).
Com uma economia pujante e um espírito comercial fortemente enraizado, tudo é um negócio para os turcos. A presença de José Mourinho numa publicidade espelha esse espírito. O mediatismo e o prestígio do treinador, que é, como constatei, muito admirado pelos turcos, valem a pena o investimento. A imobiliária agradece e, tenho a certeza, a família Mourinho também. Afinal, um milhão é um milhão.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Mobiliário urbano

Alguns concordarão que melhor do que um lugar ao sol, são três lugares à sombra.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Micaela Schäfer

É modelo, é alemã, tem 28 anos e faz furor em qualquer passadeira vermelha. A mais recente aparição de Micaela Schäfer deu-se há dias na estreia alemã de "Homens de Negro III". Com concorrência de tal magnitude, consta que o o actor Will Smith foi relegado para segundo plano pelas objectivas dos fotógrafos presentes em Berlim. Convenhamos, ninguém os pode censurar.
Agora, resta torcer para que o Festival de Cannes se lembre de convidar a ex-concorrente do "Germany's Next Top Model" - que nas horas vagas é DJ - a dar um ar da sua graça na Croisette. Isso é que era! Com a temperatura a subir nos próximos dias, talvez opte por levar apenas uns acessórios.

Com umas fitas de bobines de cinema se faz um belíssimo (e inflamável) vestido

Já em aparições anteriores, Micaela deu nas vistas

domingo, 20 de maio de 2012

Sand and Wish

Descobri ontem na Baixa de Setúbal um espaço muito agradável que quero partilhar com todos os que lêem o Saudinha. Segundo o atencioso funcionário que nos atendeu, o estabelecimento foi inaugurado há cerca de dois meses, facto que me surpreendeu porque percorro com frequência as ruas Dr. Paula Borba e Álvaro Castelões e ainda não a tinha descoberto (fica em frente à loja de roupa Nice Things, literalmente a 10 metros da entrada no Centro Comercial OK).
"Sand and Wish - food survival shop" é uma espécie de Casa das Sandes gourmet onde se pode, de acordo com o menu, comer muitas outras coisas: saladas, tostas, sopas, hamburgueres, sumos naturais, batidos, gelados e até pipocas. Os preços são bastante apelativos e os menus são os indicados para fazer refeições ligeiras. Creio que até os adeptos de comida vegetariana vão encontrar opções do seu agrado.
Mais do que a comida, o ponto forte do estabelecimento é o extremo bom gosto com que está decorado. Vários objectos estão espalhados pelo espaço e dão-lhe um aspecto distinto. São tantas as nuances existentes que numa primeira visita o nosso olhar é atraído para vários recantos. Foi por mero acaso que fui ter à porta da "Sand and Wish" e acredito que poderão passar-se vários meses até que outros setubalenses o descubram. Como valorizo a existência de espaços que marquem pela diferença, é de elogiar o investimento feito pelos proprietários (apesar da publicidade que aqui faço, garanto que desconheço quem são).
Para o negócio vingar é necessário haver retorno e, para isso, é essencial que apareçam clientes. Alguns poderão já conhecer o espaço, mas acreditio que a maioria, tal como eu, o desconhece. Passem por lá e tirem as vossas ilações. Para vos abrir o apetite, deixo-vos aqui algumas imagens.

Já estão a ver onde é?

A entrada na Rua de São Cristóvão, n.º 16

Ao entrar, olhem para cima e vão encontrar um candeeiro-oliveira

Bicicletas brancas

Uma mezzanine à maneira

Não há cinema, mas há pipocas

quinta-feira, 17 de maio de 2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

KF ou HK, eis a questão

Terminei ontem de ler "O Terceiro Gémeo", de Ken Follett, e adorei. Desde Patricia Highsmith que não me entusiasmava tanto a cada virar de página. A razão é simples: está sempre a acontecer qualquer coisa a um ritmo alucinante. O livro, que acompanha a cientista Jeannie Ferrami, especialista em gémeos e componentes genéticos, tem todos os ingredientes de que gosto. Suspense, acção e mistério estão presentes no enredo habilmente escrito pelo autor galês. Esta foi a primeira vez que li Follett e tenho a certeza que não será a última. Sem hesitar, recomendo "O Terceiro Gémeo" a qualquer pessoa que goste de uma boa estória, tendo a certeza de que não há forma de não ficar rendido a este livro.
Depois de Haruki Murakami - falamos de escritas, ambientes e personagens completamente diferentes das que encontrei na obra atrás mencionada -, Ken Follett parece ser a minha outra grande descoberta literária de 2012 (mais vale tarde do que nunca!). A minha dúvida agora prende-se com o próximo livro irei ler. Tenho dois calhamaços, um de cada autor (ver foto em baixo), e não sei por qual começar. Está por aí alguém com uma opinião formada sobre este assunto?

terça-feira, 15 de maio de 2012

Gothic Family

Tim Burton reúne um elenco de luxo

"Sombras da Escuridão" é um dos filmes de Tim Burton mais divertidos que já vi. Na história que acompanha a família Collins comédia e terror são conceitos que se confundem facilmente. Esta é uma característica comum a vários filmes de Burton, mas creio que apenas "Marte Ataca" consegue rivalizar com este no que à sequência de momentos de humor diz respeito.
Apesar de ter várias cenas muito boas, não entra para a galeria das minhas obras preferidas do autor já que, em termos qualitativos, fica muito aquém de "Eduardo Mãos de Tesoura", "Ed Wood" e "A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça", por exemplo.
Visualmente é apelativo (o que não surpreende) e conta com um elenco de luxo (Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Eva Green, Jackie Earle Haley, Helena "Burton" Bonham Carter e Christopher Lee, que volta a fazer uma perninha num filme de Burton). Recomendo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Parabéns Diego


Diego Costa Silva, guarda-redes brasileiro do Vitória de Setúbal, celebrou hoje o seu 33.º aniversário.
Não me recordo de alguma vez ter existido um atleta que reunisse, desde que chegou ao Bonfim, tanto consenso e fosse tão admirado pelos adeptos.
As qualidades profissionais evidenciadas são indesmentíveis e reconhecidas por todos os que com ele já trabalharam e por quem já o viu jogar.
Fora das quatro linhas, nas semanas boas e más, depois da equipa ganhar ou perder, Diego nunca mudou de atitude.
Durante dois anos testemunhei a forma como é atencioso com todas as pessoas que o abordam. Colegas, adeptos e jornalistas que com ele se cruzam confirmam-no em uníssono e, garanto, apenas têm sobre si palavras elogiosas.
Não é todos os dias que encontramos pessoas como Diego.
Quase me esquecia... FELIZ ANIVERSÁRIO.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ladrões de gasolina

Todos sabemos que a gasolina está cara e que é um ultraje o preço a que o combustível está actualmente. Muitas vezes ouço na televisão desabafos de pessoas que abastecem. Entre as palavras mais ouvidas estão os termos "roubo" e "ladrões". Hoje senti, literalmente, na pele ambas. Não porque tenha ido à bomba de gasolina e me tenha indignado com um preço ainda mais ultrajante, mas porque os amigos do alheio me foram literalmente ao depósito.
Telegraficamente passou-se o seguinte num espaço de 10/15 segundos: ligo o carro, vejo o sinal de reserva (impossível tinha o depósito a meio quando o estacionara!), cheiro intenso a gasolina, transeunte gesticula no exterior. Já está, pensei, roubaram-me a gasolina! Bingo.
Nos cinco metros que percorreu, o carro deixou um rasto de combustível. Ao contrário do que cheguei a pensar, a fechadura do depósito não foi arrombada, a tubagem foi cortada e o depósito esvaziado. E pronto, foi só mesmo isto!

Até à última gota!

terça-feira, 8 de maio de 2012

World Press Photo

No Museu da Electricidade, em Lisboa, está patente a exposição World Press Photo, com uma seleção de 160 imagens premiadas na 55.ª edição do maior concurso internacional de fotojornalismo. Trata-se de um autêntico documento histórico que passa em revista o que de mais importante (e muitas vezes horrível) aconteceu em 2011. Recomendo a todos os que ainda não o fizeram que passem por lá até 20 de Maio, dia em que termina a exposição.
Ao ver as fotografias fico sem ponta de inveja de quem teve a missão de seleccionar os melhores trabalhos e eleger um como vencedor. Nas diferentes categorias há imagens que nos deslumbram, chocam, comovem e causam um misto de muitas outras sensações. Como leigo que sou em matéria de fotografia, tenho dificuldade em perceber os critérios que fazem uma foto melhor do que outra.
Aqui ficam algumas imagens:









segunda-feira, 7 de maio de 2012

Na Feira do Livro 2012

Mais uma vez, cumpri a tradição de visitar a Feira do Livro de Lisboa. Depois de ter falhado o ano passado, não quis deixar passar a oportunidade de voltar a um programa de que tanto gosto. Além do ambiente que se vive no Parque Eduardo VII, há sempre a oportunidade de encontrar boas oportunidades de compra junto das editoras presentes. Este ano não tive muita sorte, uma vez que muitos dos livros que tenho debaixo de olho estavam (mesmo com o desconto de feira) mais caros do que na Fnac.
Infelizmente, nenhum dos livros que pretendia estava assinalado como livro do dia. Tendo feito antes o trabalho de casa, constatei que ficaria sempre mais em conta comprar qualquer obra de Haruki Murakami, Richard Zimler ou Patrícia Melo, por exemplo, na Fnac. A única excepção, que me impediu de regressar a casa de mãos a abanar, foi este livro de Ken Follett.


Já ouvi tanto falar no autor galês, que chegou a hora de travarmos conhecimento. Para segundas núpcias fica "A Queda de Gigantes", primeiro Livro da trilogia "O Século", cujas quase mil páginas já me esperam.
Estar na Feira do Livro traz-me à memória episódios de edições anteriores que visitei. As ocasiões em que troquei dois dedos de conversa com José Saramago (por mais de uma vez encontrei-o por lá) estão guardadas de forma especial. Ao contrário de anos anteriores, em que pedi autógrafos a autores como Richard Zimler e Clara Ferreira Alves, desta vez não cacei nenhum, apesar de por lá estarem Mia Couto, Gonçalo M. Tavares e José Luís Peixoto (este último com uma fila de espera monumental).
Apesar do talento que lá estava reunido, foquei a minha atenção em algo diferente. Com pêlo na venta, ganhei coragem, pus-me na fila atrás da pequenada e voilà.

Eu e o Badou lado a lado (o Babar, com a sua imponente coroa, estava a ser muito solicitado pelos jovens súbditos!)

domingo, 6 de maio de 2012

Gosto disto

Para assinalar o 20.º aniversário, as lojas Natura fizeram sacos com alusões a alguns dos acontecimentos que marcaram as duas últimas décadas no mundo. Uma vez que se trata de uma marca espanhola as imagens que surgem no saco dão uma atenção particular a alguns eventos ocorridos no país vizinho. Uma viagem para ver com atenção.

sábado, 5 de maio de 2012

Yekini

O nigeriano Rashidi Yekini, um dos jogadores mais marcantes das últimas décadas do Vitória de Setúbal, faleceu ontem aos 48 anos de idade. São muitas as memórias que guardo do avançado, que em 1993/94 se sagrou melhor marcador do campeonato nacional em Portugal.
Além dos golos e das muitas alegrias que deu aos adeptos sadinos, Yekini, que representou o clube entre 1990/91 e 1993/94 e em 1996/97, destacava-se pela compleição física invulgar nos jogadores de futebol. O atleta, que era a antítese da elegância, tem, seguramente, um lugar especial na galeria das antigas glórias do Vitória.
Ao serviço da selecção do seu país, recordo-me do atacante fazer história ao marcar (e celebrar de forma inesquecível) o primeiro golo do triunfo, por 3-0, sobre a Bulgária no Mundial de 1994, nos Estados Unidos.

Em jeito de homenagem, partilho dois objectos alusivos a momentos em que Yekini teve um papel preponderante.

Caça ao autógrafo: no topo da imagem distingue-se o autógrafo do nigeriano

Em 1993/94, o Vitória venceu, no Bonfim, o Benfica, por 5-2. Yekini fez dois golos e acertou duas vezes no ferro da baliza adversária. Um bilhete mágico...

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Kafka à beira-mar

Oshima, uma das personagens de "Kafka à beira-mar", lembra a certa altura que os piratas e as garrafas de rum são indissociáveis.
Para mim, depois de ler este livro de Haruki Murakami, isto...


... e isto...


...far-me-á sempre lembrar...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Rita Pereira na Playboy

Rita Pereira é a capa da edição renovada da Playboy

O País está indignado. Rita Pereira pousou para a Playboy e não mostra as mamas, nem o rabo, nem, escusado será dizer, o pipi. Eu já tenho a revista e, confesso, faço parte da minoria que se está nas tintas para o que a Rita Pereira mostra ou deixa de mostrar. Talvez por não estar familiarizado com as suas qualidades na representação em títulos como "Maré Alta", "Morangos com Açúcar" e "Doce Fugitiva", nunca a actriz me suscitou qualquer interesse. Já a vi ao vivo e a cores e não a achei nenhuma estampa. Jeitosa sim, bonita nem por isso (mas, como é óbvio, gostos não se discutem).
Na vida anterior da Playboy (tenho-as todas), a produção de que mais gostei foi a de Cláudia Jacques. Chamem-me ignorante à vontade, mas, até aí, não fazia a mínima ideia de quem era senhora. Isto só prova que, no que me diz respeito, não preciso de ver uma cara mediática na capa da revista para gostar (ou não) do seu conteúdo. É como aquelas pessoas que vão à Feira do Livro (lembrete: não me pode escapar) e escolhem os livros pela capa. Nã, não faço isso. No máximo, opto por um jornal desportivo tendo em conta esse critério.
Para o mês que vem até pode vir na Playboy uma mulher que não conheço de lado nenhum, mas, mesmo assim, vou comprá-la. Porquê? À margem das coelhinhas e das secções a que a revista sempre habituou os leitores, a presença de nomes como o do jornalista Pedro Rolo Duarte e do escritor Valter Hugo Mãe parecem-me boas razões para o continuar a fazer.
Nota: não li ainda nada da renascida Playboy, mas, à primeira vista, não estou arrependido de ter desembolsado 3,95€, apesar de a qualidade do papel ser, claramente, inferior à edição lusa anterior.
Nota 2: se estiver com vontade de ver mamas, rabos e pipis não me faltam imagens de meninas na revista para observar.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Acção em Miami

Magnífico reencontro (os sorrisos dizem tudo)

Parece que metade do país esteve ontem durante horas enfiada em supermercados Pingo Doce e 0,5 por cento esteve em concentrações alusivas ao Dia do Trabalhador. Ou seja, de tão memoráveis que foram as experiências, a maioria dos portugueses vai daqui a uns anos ter na ponta da língua a resposta à pergunta: "onde é que estava no dia 1 de Maio de 2012?".
Para memória futura, escrevo estas linhas para auxiliar um excelso grupo de pessoas (nas quais, naturalmente, me incluo) quando alguém lhes fizer a pergunta da praxe: "ora bem, no dia 1 de Maio desse ano estava... em Miami". Toma lá e embrulha! A partir daqui somos os maiores, basta não avançarmos pormenores sobre a viagem (relâmpago) que fizemos à cidade da Florida.
Como é habitual entre os magníficos, a experiência correu às mil maravilhas. Além da oportunidade de passarmos bons momentos juntos - todos concordam que já não era sem tempo -, colocámos a conversa em dia, rimos, fizemos planos para o futuro, bebeu-se e comeu-se. Quem diria que nos States, além do já esperado peixe grelhado de qualidade, iríamos encontrar... choco frito. É verdade! Descobrimos um restaurante na típica New Fountain Square em que serviam o molusco.
É claro que há coisas que nunca mudam por mais reuniões que se façam. O exemplo mais flagrante é dado pelo nosso Girino, que já está quase a fazer 25 anos (ena, ena!) e voltou a ser o último a chegar. Os equívocos também são sempre uma presença constante, que o diga o Manel que, já só perto da última colherada na sobremesa, com a ajuda da Luísa, se convenceu que o arroz doce não era aletria.
Ao contrário da série de televisão americana da década de 1980 (Miami Vice), que retrata o submundo dos cartéis, corrupção e tráfico de droga, não vimos apenas dois polícias (os actores Don Johnson e Philip Michael Thomas já se retiraram) enquanto estivemos juntos, mas muitos mais, já que nos deparámos com um desfile da extrema-direita (alguns encapuzados, quais terroristas) a que o Saudinha se recusa a dar tempo de antena.
Depois do repasto, já sem a Luísa, que foi fazer jus ao dia que se celebrava, seguiu-se uma ida à esplanada com vista para o mar. A Raquel, depois de horas de labuta, chegou e juntou-se ao grupo que teve a companhia de mais um elemento: o Carlos da Vanda. Durante o tempo em que estivemos juntos, lembrámos episódios partilhados durante o curso e nos encontros posteriores. Falámos em todos os que estiveram ausentes e que não puderam estar connosco. Esperamos e desejamos que na próxima viagem (vai ser mesmo literal, estejam atentos), a Sandra, o Pedro, a Lara, o António, a Rute e o Bruno (se alguém souber do seu paradeiro) estejam presentes.

PS- Não sei se ainda se lembram como se faz, mas, ao invés de fazer apenas um "gosto" ou comentar no Facebook, era giro que pudessem deixar um comentário no blogue. A gerência agradece.

Graças à Jaque, há mais uma foto que ilustra o dia do reencontro. Aqui está...